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	<title>XLH Archives - My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
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	<title>XLH Archives - My Reumatologia</title>
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		<title>Gestão e seguimento do doente: “A importância de uma equipa multidisciplinar”</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/gestao-e-seguimento-do-doente-a-importancia-de-uma-equipa-multidisciplinar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 07:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Hipofosfatemia]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Dr.ª Marta Pereira, nefrologista no Hospital de Santa Maria, marcou presença no XIII Congresso de Osteoporose para palestrar a sessão intitulada “Hipofosfatemia ligada ao cromossoma X (XLH) e a sua abordagem multidisciplinar”, apoiado pela Kyowa Kirin. A especialista apresenta a importância de uma equipa multidisciplinar na gestão da patologia. “É importante ter um clínico [&#8230;]</p>
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<p>A <strong>Dr.ª Marta Pereira</strong>, nefrologista no Hospital de Santa Maria, marcou presença no XIII Congresso de Osteoporose para palestrar a sessão intitulada “Hipofosfatemia ligada ao cromossoma X (XLH) e a sua abordagem multidisciplinar”, apoiado pela Kyowa Kirin. A especialista apresenta a importância de uma equipa multidisciplinar na gestão da patologia.</p>
<p><span id="more-522"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/872954671?h=d9dc17e266&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;quality_selector=1&amp;progress_bar=1&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Gestão e seguimento do doente: “A importância de uma equipa multidisciplinar”" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture"></iframe></p>
<p>“É importante ter um clínico experiente na doença óssea metabólica que faça a gestão da XLH, mas é também essencial a parceria com todas as outras especialidades para gerir o melhor possível estes doentes”, frisa a Dr.ª Marta Pereira.</p>
<p>Considera que é de vital importância os doentes continuarem a ser acompanhados após a idade pediátrica para que seja reinstituída terapêutica após ter sido interrompida por falta de sintomas. A médica explica como deve ser realizado o acompanhamento terapêutico para uma otimização dos cuidados ao doente.</p>
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		<item>
		<title>Os sinais de alarme na abordagem à XLH</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/os-sinais-de-alarme-na-abordagem-a-xlh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 07:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[XLH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Kyowa Kirin promoveu no XIII Congresso Português de Osteoporose uma sessão dedicada à hipofosfatemia ligada ao cromossoma X (XLH). A Prof.ª Doutora Sara Ribeiro, endocrinologista no Centro Hospitalar Universitário São João, foi responsável pela partilha dos sinais de alerta que surgem na prática clínica. Veja o vídeo da entrevista. A Prof.ª Doutora Sara Ribeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214335" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/271073fa434dfbedecc5cddef10cff3e.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/271073fa434dfbedecc5cddef10cff3e.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/271073fa434dfbedecc5cddef10cff3e-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/271073fa434dfbedecc5cddef10cff3e-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>A Kyowa Kirin promoveu no XIII Congresso Português de Osteoporose uma sessão dedicada à hipofosfatemia ligada ao cromossoma X (XLH). A <strong>Prof.ª Doutora Sara Ribeiro</strong>, endocrinologista no Centro Hospitalar Universitário São João, foi responsável pela partilha dos sinais de alerta que surgem na prática clínica. Veja o vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-521"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/872954906?h=1dd6c6056a&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;quality_selector=1&amp;progress_bar=1&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Os sinais de alarme na abordagem à XLH" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A Prof.ª Doutora Sara Ribeiro frisa que hipofosfatemia é, habitualmente, manifestada através de raquitismo e diagnosticada em idades precoces, apesar de poder ser identificada em qualquer fase da vida.</p>
<p>Sobre os principais sintomas afirma que “a diminuição da velocidade de crescimento e as alterações e deformidades ósseas provocam limitações na qualidade de vida dos doentes”. Por ser tão rara, a especialista considera que os clínicos não estão tão sensibilizados para a sua ocorrência, o que dificulta o diagnóstico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>XLH: “Atualmente temos um fármaco eficaz e tolerado que corrige o mecanismo fisiopatológico da doença”</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/xlh-atualmente-temos-um-farmaco-eficaz-e-tolerado-que-corrige-o-mecanismo-fisiopatologico-da-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 06:40:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[XLH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intitulada “Burosumab – Nova opção terapêutica no raquitismo hipofosfatémico ligado ao cromossoma X no adulto”, a comunicação oral apresentada pela Dr.ª Olga Gutu, endocrinologista do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHUC), no Congresso Português de Endocrinologia, organizado pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM). Em entrevista, a especialista explana o caso clínico apresentado, apontando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214338" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/13b5e0deaf19b06816d21e67ad4e211c.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/13b5e0deaf19b06816d21e67ad4e211c.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/13b5e0deaf19b06816d21e67ad4e211c-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/13b5e0deaf19b06816d21e67ad4e211c-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Intitulada “Burosumab – Nova opção terapêutica no raquitismo hipofosfatémico ligado ao cromossoma X no adulto”, a comunicação oral apresentada pela <strong>Dr.ª Olga Gutu</strong>, endocrinologista do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHUC), no Congresso Português de Endocrinologia, organizado pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM). Em entrevista, a especialista explana o caso clínico apresentado, apontando o seu seguimento. Veja o depoimento em vídeo.</p>
<p><span id="more-524"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/872509640?h=54e85b1c84&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;quality_selector=1&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="DR.ª OLGA GUTUO_04_08" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Foi apresentado um caso clínico do primeiro adulto em Portugal com raquitismo hipofosfatémico ligado ao cromossoma X que beneficiou do tratamento com burosumab”, começa por explicar a Dr.ª Olga Gutu, fazendo uma nota introdutória sobre a doença.</p>
<p>Portanto, “o raquitismo hipofosfatémico é uma doença multissistémica e degenerativa, com maior impacto ao nível musculoesquelético, tornando-se incapacitante nos casos mais graves”, clarifica a endocrinologista.</p>
<p>Relativamente a terapêuticas disponíveis, a Dr.ª Olga Gutu refere que a única opção era “a suplementação oral com fósforo e vitamina D”, no entanto “este tratamento muitas vezes era insuficiente”, defende. Desta forma, “em 2018, foi aprovado o burosumab que demonstrou uma eficácia no controlo da hiperfosfatemia e um benefício clínico substancial”.</p>
<p>“Na nossa doente houve uma normalização dos parâmetros laboratoriais e uma melhoria substancial das queixas musculoesqueléticas”, partilha a Dr.ª Olga Gutu, concluindo que, atualmente têm “um fármaco extremamente eficaz que altera realmente a história natural da doença e um fármaco que oferece às crianças um desenvolvimento normal”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><strong>KKI/PT/BUR/0047</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt;">*<strong>Financiamento pendente em Portugal para adultos</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Aceda ao RCM <a href="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/10/202307_Crysvita_IECRCM_reduced_SPC.pdf" target="_blank">aqui</a>.</span></p>
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