<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Miguel Castilho, Author at My Reumatologia</title>
	<atom:link href="https://myreumatologia.pt/author/mcastilho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://myreumatologia.pt/author/mcastilho/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Feb 2026 10:50:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2025/11/Reumatologia-150x150.png</url>
	<title>Miguel Castilho, Author at My Reumatologia</title>
	<link>https://myreumatologia.pt/author/mcastilho/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Fast-track clinics: diagnóstico acelerado que melhora desfechos visuais na arterite de células gigantes</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/fast-track-clinics-diagnostico-acelerado-que-melhora-desfechos-visuais-na-arterite-de-celulas-gigantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 09:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214687</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tiago Beirão, interno do 5.º ano de formação específica em Reumatologia na Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho foi o primeiro autor do artigo &#8220;Fast-Track Clinics and Visual Outcomes in Giant Cell Arteritis: A Systematic Review and Meta-Analysis&#8221;, publicado no Journal of clinical rheumatology. Em entrevista à News Farma, o interno explicou que “fast-track [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/fast-track-clinics-diagnostico-acelerado-que-melhora-desfechos-visuais-na-arterite-de-celulas-gigantes/">Fast-track clinics: diagnóstico acelerado que melhora desfechos visuais na arterite de células gigantes</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiago Beirão, </strong>interno do 5.º ano de formação específica em Reumatologia na Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho foi o primeiro autor do artigo &#8220;Fast-Track Clinics and Visual Outcomes in Giant Cell Arteritis: A Systematic Review and Meta-Analysis&#8221;, publicado no <em>Journal of clinical rheumatology</em>. Em entrevista à News Farma, o interno explicou que “fast-track clinics podem reduzir complicações graves evitáveis, em particular a perda visual permanente, ao favorecerem reconhecimento precoce, acesso imediato a diagnóstico dirigido e tratamento oportuno”. Leia a entrevista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais são os principais pontos a destacar deste estudo sobre diagnóstico e gestão da ACG?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiago Beirão (TB) | </strong>O estudo evidencia que a implementação de <em>fast-track clinics </em>(FTC) em suspeita de ACG está associada a melhores desfechos visuais, com redução significativa de perda visual permanente e de perturbações visuais transitórias, quando comparado com a prática convencional. No conjunto de 3 estudos observacionais (348 doentes), a perda visual permanente foi 8,09% em FTC vs 24,57% em prática convencional (OR 0,31; p&lt;0,001) e as alterações visuais (20,23% vs 32,57%; OR 0,58; p=0,04).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que implicações práticas retira desta meta-análise relativamente à implementação de fast-track clinics na abordagem à GCA?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TB | </strong>Na prática, a meta-análise apoia a FTC como um modelo organizacional que pode: acelerar a avaliação por especialista; facilitar diagnóstico dirigido; permitir início rápido de corticoterapia quando clinicamente indicado; reduzir eventos graves evitáveis. Mesmo com limitações (poucos estudos e observacionais), o sinal clínico mais robusto é a redução consistente da perda visual permanente (heterogeneidade muito baixa para desfechos visuais).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Tendo em conta que a redução dos dias até ao diagnóstico não foi estatisticamente significativa, como explica a melhoria relevante nos desfechos visuais observada no grupo FTC?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TB | </strong>O indicador “dias até diagnóstico” pode não captar o que mais importa para a visão, isto é, tempo até iniciar terapêutica eficaz. Em FTC, pode haver início mais imediato de glucocorticoides.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | A menor utilização de biópsia da artéria temporal no grupo FTC sugere maior confiança na imagem e na avaliação clínica precoce. Considera que este poderá ser um modelo seguro e replicável noutros contextos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TB | </strong>A menor taxa de biópsia temporal (47,40% FTC vs 65,14% prática convencional) sugere uma mudança para diagnóstico por imagem e avaliação precoce, mas é preciso interpretar com cautela: este desfecho teve heterogeneidade moderada/alta (I² 80%). Ainda assim, o estudo enquadra esta tendência como reflexo de maior utilização de métodos não invasivos, nomeadamente a ecografia vascular, que permitem decisões rápidas e evitam procedimentos invasivos. Como modelo, é potencialmente seguro e replicável se houver um acesso rápido a operadores experientes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Qual é, na sua opinião, a mensagem-chave que este estudo pretende transmitir sobre a prevenção de complicações graves da GCA?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TB | </strong>A mensagem central é que as FTCs podem reduzir complicações graves evitáveis, em particular a perda visual permanente, ao favorecerem reconhecimento precoce, acesso imediato a diagnóstico dirigido e tratamento oportuno. O estudo conclui que FTC é uma abordagem promissora, embora defenda validação adicional com estudos prospetivos e multicêntricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41524215/">aqui</a>.&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/fast-track-clinics-diagnostico-acelerado-que-melhora-desfechos-visuais-na-arterite-de-celulas-gigantes/">Fast-track clinics: diagnóstico acelerado que melhora desfechos visuais na arterite de células gigantes</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESPER promove Curso Básico de Ecografia</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/esper-promove-curso-basico-de-ecografia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214684</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ESPER (Escola de Ecografia da Sociedade Portuguesa de Reumatologia) organiza nos dias 12 e 13 de março, em Lisboa, o XVIII Curso Básico de Ecografia, dirigido a profissionais de saúde com interesse na ecografia músculo‑esquelética e clínica.&#160; O curso decorre no Hotel Radisson Blu, em Lisboa, e destina-se a médicos internos e especialistas, abordando [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/eventos/esper-promove-curso-basico-de-ecografia/">ESPER promove Curso Básico de Ecografia</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ESPER (Escola de Ecografia da Sociedade Portuguesa de Reumatologia) organiza nos dias 12 e 13 de março, em Lisboa, o XVIII Curso Básico de Ecografia, dirigido a profissionais de saúde com interesse na ecografia músculo‑esquelética e clínica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso decorre no Hotel Radisson Blu, em Lisboa, e destina-se a médicos internos e especialistas, abordando os princípios fundamentais da ecografia, técnicas de imagem e a sua aplicação prática no contexto clínico.Saiba mais informações sobre o curso <a href="https://spreumatologia.pt/evento/curso-basico-de-ecografia-da-esper/">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/eventos/esper-promove-curso-basico-de-ecografia/">ESPER promove Curso Básico de Ecografia</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novas abordagens de imagem melhoram o prognóstico e o tratamento na arterite de células gigantes</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/novas-abordagens-de-imagem-melhoram-o-prognostico-e-o-tratamento-na-arterite-de-celulas-gigantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo europeu, com a participação da Unidade Local de Saúde de Santa Maria, realça o papel cada vez mais central das técnicas de imagem na gestão da arterite de células gigantes (ACG). A revisão destaca que os métodos de imagem, como a ultrassonografia vascular, a tomografia por emissão de positrões e outras modalidades, ultrapassaram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/novas-abordagens-de-imagem-melhoram-o-prognostico-e-o-tratamento-na-arterite-de-celulas-gigantes/">Novas abordagens de imagem melhoram o prognóstico e o tratamento na arterite de células gigantes</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo europeu, com a participação da Unidade Local de Saúde de Santa Maria, realça o papel cada vez mais central das técnicas de imagem na gestão da arterite de células gigantes (ACG). A revisão destaca que os métodos de imagem, como a ultrassonografia vascular, a tomografia por emissão de positrões e outras modalidades, ultrapassaram o papel tradicional de diagnóstico e estão a revelar-se valiosos na monitorização da doença, na estratificação de risco de recaída e na orientação terapêutica personalizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, a avaliação por ultrassom da espessura íntima-média das artérias demonstra melhorias mensuráveis com o tratamento, com alterações mais rápidas nas artérias cranianas do que nas extracranianas. Além disso, sinais de imagem e índices quantitativos podem ajudar a distinguir entre remissão e recidiva da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tomografia de emissão de positrões com 18F-fluorodesoxiglicose também demonstra a redução da inflamação arterial após terapêutica, embora seja comum a persistência de captação vascular em grandes vasos em doentes considerados clinicamente em remissão, um achado cuja relevância clínica ainda carece de clarificação e que sublinha a necessidade de mais investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores salientam ainda que a inflamação vascular mais extensa, pode estar associada a maior probabilidade de complicações vasculares tardias e possivelmente a uma maior taxa de recidivas. Esta informação pode ser útil para personalizar regimes terapêuticos e antecipar complicações em subgrupos de doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As abordagens de imagem avançada já estão a ser integradas em unidades com programas de diagnóstico rápido, e podem reduzir a morbilidade associada à ACG ao permitir intervenções mais atempadas e adaptadas a cada doente.Aceda ao estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41523797/">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/novas-abordagens-de-imagem-melhoram-o-prognostico-e-o-tratamento-na-arterite-de-celulas-gigantes/">Novas abordagens de imagem melhoram o prognóstico e o tratamento na arterite de células gigantes</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vacinas em dia: a importância em doentes com patologia reumática</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/vacinas-em-dia-a-importancia-em-doentes-com-patologia-reumatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214678</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialistas em saúde alertam para a importância de desconstruir mitos e sensibilizar para a vacinação, em especial para pessoas com artrite reumatoide, um grupo particularmente vulnerável a infeções graves e a complicações associadas. Este alerta foi deixado no encontro “Vacinas: Desafios e Estratégias Atuais”, integrado no Ciclo de Conferências, promovido pela Associação Nacional de Doentes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/vacinas-em-dia-a-importancia-em-doentes-com-patologia-reumatica/">Vacinas em dia: a importância em doentes com patologia reumática</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Especialistas em saúde alertam para a importância de desconstruir mitos e sensibilizar para a vacinação, em especial para pessoas com artrite reumatoide, um grupo particularmente vulnerável a infeções graves e a complicações associadas. Este alerta foi deixado no encontro “Vacinas: Desafios e Estratégias Atuais”, integrado no Ciclo de Conferências, promovido pela Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatoide (A.N.D.A.R.).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas já salvaram 154 milhões de vidas em 50 anos e são consideradas uma das invenções mais poderosas da história. No entanto, ganham ainda mais importância para os doentes com artrite reumatoide. O encontro contou com representantes da Direção-Geral da Saúde, INFARMED, Ordem dos Farmacêuticos, Associação Nacional das Farmácias e Sociedade Portuguesa de Reumatologia, para o Painel de Debate com Peritos, e ainda com Paula Pinto, pneumologista e diretora do Serviço de Pneumologia da ULS Santa Maria, e com Luís Graça, professor de Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados do Vacinómetro, 2025 ficou marcado por uma crescente resistência e fadiga vacinal, traduzida numa diminuição significativa da adesão à vacinação contra a COVID-19. Natália Pereira, enfermeira da Direção-Geral da Saúde, sublinha que a faixa etária entre os 60 e 70 anos continua a ser uma das mais reticentes à vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para contrariar esta tendência, Catarina Dias Santos, do INFARMED, defende que “os profissionais de saúde devem dar o exemplo e abrir um canal de comunicação capaz de desmistificar as preocupações e receios dos utentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os farmacêuticos assumem um papel central na promoção da vacinação. “As farmácias são um ponto de entrada para milhares de doentes. É essencial compreender as razões que levam alguém a não querer ser vacinado e responder com informação clara, baseada em informação científica”, explica Ana Paula Mendes, da Ordem dos Farmacêuticos. “Todos podemos e devemos ser embaixadores da vacinação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal tem uma das mais qualificadas redes de farmácias da Europa, com cerca de 2500 farmácias habilitadas para vacinar utentes, que garantem uma maior proximidade à população, numa alternativa segura, cómoda e de confiança. Para Maria Mendes, da Associação Nacional das Farmácias, é fundamental “preparar os profissionais com informação científica atualizada, garantindo uma comunicação fidedigna com a população”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as faixas etárias mais jovens, os especialistas defendem estratégias de comunicação adaptadas, recorrendo às redes sociais, influenciadores e criadores de conteúdos, sempre alinhadas com as mensagens das autoridades de saúde. Paula Pinto alerta para a necessidade de combater a desinformação e as <em>fake news</em>, sublinhando a importância de recorrer a fontes credíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas pessoas com doenças reumáticas, a vacinação assume uma importância acrescida, sobretudo a partir dos 50 anos, altura em que se verifica uma diminuição da imunidade e um aumento do risco de comorbilidades. As vacinas ajudam a prevenir infeções graves, complicações como AVC e enfarte, bem como o desenvolvimento de resistências microbianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando Pimentel recomenda que as pessoas com doenças autoimunes sejam vacinadas duas semanas antes do início de terapêuticas imunossupressoras, otimizando a resposta do sistema imunitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da vacina da gripe e da COVID-19, os especialistas alertam para a importância da vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR), para adultos com mais de 60 anos ou a partir dos 18 anos com comorbilidades, para a vacina do herpes zoster e a vacina pneumocócica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luís Graça abordou ainda o papel das vacinas de RNA, salientando que a resposta à vacinação pode variar consoante a doença, a terapêutica e as comorbilidades de cada pessoa. Ainda assim, reforça que “as vacinas têm uma excelente capacidade de estimular o sistema imunitário”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas foram unânimes em sublinhar que a vacinação continua a ser uma ferramenta segura, eficaz e essencial, especialmente para pessoas com doenças reumáticas, defendendo uma abordagem integrada que envolva profissionais de saúde, farmácias, decisores políticos e a própria sociedade civil.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/vacinas-em-dia-a-importancia-em-doentes-com-patologia-reumatica/">Vacinas em dia: a importância em doentes com patologia reumática</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vasculites em foco: Reuma.pt reforça o conhecimento sobre vasculites em Portugal e no Brasil</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/vasculites-em-foco-reuma-pt-reforca-o-conhecimento-sobre-vasculites-em-portugal-e-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214670</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cristina Ponte, reumatologista da ULS&#160;de Santa Maria, destaca o impacto de um estudo multinacional sobre vasculites sistémicas assente no registo português&#160;Reuma.pt, desenvolvido pela&#160;Sociedade Portuguesa de Reumatologia, em colaboração com centros do Brasil. A especialista sublinha a dimensão geográfica crescente deste registo, que “para além de ser multinacional já começa a ser multicontinente”, bem como o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/vasculites-em-foco-reuma-pt-reforca-o-conhecimento-sobre-vasculites-em-portugal-e-no-brasil/">Vasculites em foco: Reuma.pt reforça o conhecimento sobre vasculites em Portugal e no Brasil</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cristina Ponte</strong>, reumatologista da ULS&nbsp;de Santa Maria, destaca o impacto de um estudo multinacional sobre vasculites sistémicas assente no registo português&nbsp;Reuma.pt, desenvolvido pela&nbsp;Sociedade Portuguesa de Reumatologia, em colaboração com centros do Brasil. A especialista sublinha a dimensão geográfica crescente deste registo, que “para além de ser multinacional já começa a ser multicontinente”, bem como o seu alcance científico, uma vez que a adesão de colegas brasileiros permitiu “estabelecer e fortalecer laços […] e irá permitir responder a várias <em>research questions</em> de uma forma mais amplificada no futuro”. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos achados mais relevantes foi a identificação de diferenças regionais marcadas entre Portugal e Brasil. Nas vasculites de grandes vasos, “em Portugal temos muita arterite de células gigantes e eles […] veem muita arterite de Takayasu”, um fenómeno ainda não totalmente explicado, que poderá envolver fatores genéticos, demográficos e organizacionais, incluindo diferenças no acesso ao diagnóstico precoce da arterite de células gigantes no Brasil, designadamente através da ecografia. Também nas vasculites de pequenos vasos surgiram diferenças expressivas: “No Brasil, a frequência de poliangiite microscópica era muito reduzida, ao passo que em Portugal observávamos uma proporção superior de casos”. Para a especialista, estas variações só se tornam visíveis porque “só mesmo registando os doentes é que conseguimos captar estas diferenças”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cristina Ponte reforça o valor do registo na prática clínica diária, dado que “registar os doentes também nos ensina como tratar bem estes doentes”. Destaca a integração de instrumentos como o&nbsp;<em>Birmingham Vasculitis Activity Score</em>&nbsp;e o&nbsp;<em>Vasculitis Damage Index</em>, essenciais para monitorizar atividade e dano acumulado, sublinhando que, além do valor científico, “temos um melhor registo da evolução da doença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reumatologista alerta ainda para a necessidade de maior atenção diagnóstica destas patologias uma vez que as vasculites “individualmente são raras, mas começam a ser cada vez mais consideradas na marcha diagnóstica”. Como exemplo, refere a arterite de células gigantes, cuja incidência nos países nórdicos pode atingir “cerca de 20 em cada 100.000 pessoas com 50 ou mais anos por ano”, reconhecendo que em Portugal ainda não existem dados epidemiológicos sólidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além dos benefícios clínicos e académicos, o registo tem impacto na gestão hospitalar e na relação com os doentes. “É uma win win situation, quer académica, quer de gestão hospitalar, mas particularmente para os doentes”. Permite conhecer o número real de casos, planear recursos, justificar terapêuticas de elevado custo e reduzir o sentimento de isolamento frequentemente relatado por quem vive com uma doença rara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A interdisciplinaridade surge como outro eixo central. Na ULS&nbsp;de Santa Maria, “temos uma colaboração muito próxima com a Nefrologia”, dado o frequente envolvimento renal nas vasculites de pequenos vasos. O Reuma.pt está a ser atualizado para incluir “outcomes renais mais detalhados, como a necessidade de diálise ou de transplante renal”, reconhecendo que “vasculites são patologias transversais a várias especialidades e não exclusivas da Reumatologia”. Para a especialista, este estudo evidenciou a necessidade de alargar o registo a outros centros nefrológicos, uma vez que, neste trabalho, apenas o Serviço de Nefrologia da ULS Santa Maria esteve representado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mensagem final aos colegas, deixa um apelo claro: “As vasculites andam aí […] e é fundamental pensar nelas”. Cristina Ponte reforça que o aumento de evidência científica e o registo sistemático favorecem o diagnóstico atempado, pois “quanto mais trabalho desenvolvemos, mais publicação e mais evidências geramos sobre as vasculites, maior é a probabilidade de estas serem consideradas na prática clínica”. A reumatologista conclui que este trabalho constitui “um retrato das vasculites em Portugal e no Brasil” e que, com a futura integração da Nefrologia, permitirá uma compreensão ainda mais completa destas doenças, com impacto direto no diagnóstico, monitorização e prognóstico dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41358497/">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/vasculites-em-foco-reuma-pt-reforca-o-conhecimento-sobre-vasculites-em-portugal-e-no-brasil/">Vasculites em foco: Reuma.pt reforça o conhecimento sobre vasculites em Portugal e no Brasil</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPODOM anuncia 6.º Curso Clínico de Osteoporose no Porto</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/spodom-anuncia-6-o-curso-clinico-de-osteoporose-no-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214654</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM) realiza, no dia 20 de março, o 6.º Curso Clínico de Osteoporose, na cidade do Porto. O evento tem como público-alvo todos os profissionais de saúde envolvidos no tratamento de doentes com osteoporose e outras doenças ósseas metabólicas. Entre os destinatários estão especialistas, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/eventos/spodom-anuncia-6-o-curso-clinico-de-osteoporose-no-porto/">SPODOM anuncia 6.º Curso Clínico de Osteoporose no Porto</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Portuguesa de Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM) realiza, no dia 20 de março, o 6.º Curso Clínico de Osteoporose, na cidade do Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento tem como público-alvo todos os profissionais de saúde envolvidos no tratamento de doentes com osteoporose e outras doenças ósseas metabólicas. Entre os destinatários estão especialistas, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso aborda uma ampla variedade de temas relacionados com a osteoporose, incluindo fisiopatologia, epidemiologia, avaliação de risco e decisão terapêutica, monitorização, terapêutica farmacológica, não farmacológica e cirúrgica, bem como risco de queda, sarcopenia e osteossarcopenia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretende promover a atualização de conhecimentos e a troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas, contribuindo para a melhoria do cuidado aos doentes com doenças ósseas metabólicas.Inscrições disponíveis <a href="http://www.spodom.pt">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/eventos/spodom-anuncia-6-o-curso-clinico-de-osteoporose-no-porto/">SPODOM anuncia 6.º Curso Clínico de Osteoporose no Porto</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Miopatias inflamatórias idiopáticas estão associadas a resultados adversos na gravidez</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/miopatias-inflamatorias-idiopaticas-estao-associadas-a-resultados-adversos-na-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214652</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atualmente, as consequências das miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) na gravidez permanecem pouco conhecidas. Para colmatar esta lacuna, um grupo de investigadores portugueses realizou, entre 2009 e 2025, o estudo intitulado “Pregnancy outcomes in idiopathic inflammatory myopathies: a Portuguese multicentre study”, publicado na Frontiers in Medicine. O estudo acompanhou 12 gestações em 10 mulheres, registando dados [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/miopatias-inflamatorias-idiopaticas-estao-associadas-a-resultados-adversos-na-gravidez/">Miopatias inflamatórias idiopáticas estão associadas a resultados adversos na gravidez</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, as consequências das miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) na gravidez permanecem pouco conhecidas. Para colmatar esta lacuna, um grupo de investigadores portugueses realizou, entre 2009 e 2025, o estudo intitulado “Pregnancy outcomes in idiopathic inflammatory myopathies: a Portuguese multicentre study”, publicado na <em>Frontiers in Medicine</em>. O estudo acompanhou 12 gestações em 10 mulheres, registando dados clínicos completos e avaliando a atividade da doença por meio de características clínicas, análises laboratoriais, Índice de Atividade da Doença Cutânea modificado e Teste Muscular Manual-8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fenótipos incluíram miosite de sobreposição, síndrome antissintetase, dermatomiosite, miopatia necrosante imunomediada e polimiosite. Autoanticorpos foram detectados em 91,7% dos casos, principalmente anti-Ro52 e anti-Jo-1. A remissão no momento da concepção ocorreu em 75% das gestações, mas complicações ocorreram em 50%: quatro abortos espontâneos, um natimorto e um caso de restrição de crescimento fetal. Sete gestações resultaram em nascidos vivos, e todas as complicações surgiram associadas à atividade da doença. Os desfechos mais graves ocorreram numa mãe com síndrome antissintetase e títulos elevados de anti-Jo-1.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados destacam a importância do acompanhamento multidisciplinar, da otimização pré-concepcional e da monitorização específica de doentes com autoanticorpos de risco, como anti-Jo-1 e anti-Ro52.Leia o estudo completo <a href="https://www.frontiersin.org/journals/medicine/articles/10.3389/fmed.2025.1724170/full">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/miopatias-inflamatorias-idiopaticas-estao-associadas-a-resultados-adversos-na-gravidez/">Miopatias inflamatórias idiopáticas estão associadas a resultados adversos na gravidez</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 3000 mil estudos publicados sobre IA aplicada a doenças reumáticas</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/mais-de-3000-mil-estudos-publicados-sobre-ia-aplicada-a-doencas-reumaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo científico, publicado na revista Clinical and Experimental Medicine, indica que a utilização da inteligência artificial (IA) em doenças reumáticas está a crescer gradualmente e a transformar a investigação e o futuro clínico desta área médica. A análise bibliométrica demonstra que, até janeiro de 2024, foram publicados 3 508 artigos sobre IA aplicada a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/mais-de-3000-mil-estudos-publicados-sobre-ia-aplicada-a-doencas-reumaticas/">Mais de 3000 mil estudos publicados sobre IA aplicada a doenças reumáticas</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo científico, publicado na revista <em>Clinical and Experimental Medicine</em>, indica que a utilização da inteligência artificial (IA) em doenças reumáticas está a crescer gradualmente e a transformar a investigação e o futuro clínico desta área médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise bibliométrica demonstra que, até janeiro de 2024, foram publicados 3 508 artigos sobre IA aplicada a doenças reumáticas, com um ritmo de crescimento anual acentuado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, a IA melhora a precisão diagnóstica, permite prever a evolução da doença em doentes, expande as opções de tratamento e abre caminho para cuidados mais personalizados e eficientes, algo que pode ser decisivo em doenças crónicas complexas como artrite reumatóide, lúpus ou espondiloartrites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA é uma realidade crescente e cada vez mais integrada na investigação sobre doenças reumáticas, com impacto direto na forma como médicos diagnosticam, monitorizam e tratam os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo completo <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10238-024-01453-6?">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/mais-de-3000-mil-estudos-publicados-sobre-ia-aplicada-a-doencas-reumaticas/">Mais de 3000 mil estudos publicados sobre IA aplicada a doenças reumáticas</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo nacional identifica novos biomarcadores de dor crónica presentes no sangue periférico</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-nacional-identifica-novos-biomarcadores-de-dor-cronica-presentes-no-sangue-periferico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214647</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma investigação resultante de uma colaboração entre a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e a Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia-ULSGE (Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho), revelou a identificação de novos potenciais biomarcadores de dor. O estudo liderado por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-nacional-identifica-novos-biomarcadores-de-dor-cronica-presentes-no-sangue-periferico/">Estudo nacional identifica novos biomarcadores de dor crónica presentes no sangue periférico</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma investigação resultante de uma colaboração entre a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e a Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia-ULSGE (Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho), revelou a identificação de novos potenciais biomarcadores de dor. O estudo liderado por Hugo Ribeiro foi publicado recentemente na revista científica <em>Biomedicines</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, iniciado em 2021 na Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia, da Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho , envolveu 53 doentes com dor não oncológica. O principal avanço reside na capacidade de identificar e caracterizar a dor através de características individuais e biomarcadores presentes no sangue periférico, minimizando a dependência do autorrelato do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores identificaram que certas características individuais, como a idade, a função renal e o estado nutricional, podem ser consideradas incrementos de risco para o aparecimento de dor crónica a partir de determinados valores. No que diz respeito aos biomarcadores, foram associados à dor proteínas transmembranares dos monócitos e das plaquetas e alguns subtipos de monócitos e linfócitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe um grande potencial para que estes biomarcadores auxiliem na identificação da intensidade e do tipo de dor, o que poderá abrir caminho para abordagens terapêuticas mais rápidas e direcionadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho representa um importante contributo para o avanço da medicina da dor e da medicina paliativa, no âmbito da investigação translacional. O estudo foi liderado por Hugo Ribeiro, professor auxiliar convidado da FMUC e da FMUP e médico da ECSCP Gaia, contando com uma equipa multidisciplinar das três instituições envolvidas: da FMUC: Raquel Alves, Joana Jorge, Bárbara Oliveiros, Tânia Gaspar, Joana Brandão Silva, Ana Bela Sarmento Ribeiro, Marília Dourado e Ana Cristina Gonçalves; da FMUP: João Rocha Neves, António Pereira Neves e José Paulo Andrade; da ECSCP Gaia: Inês Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao <em>paper</em> <a href="https://www.myhematologia.pt/images/biomedicines-14-00176.pdf">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-nacional-identifica-novos-biomarcadores-de-dor-cronica-presentes-no-sangue-periferico/">Estudo nacional identifica novos biomarcadores de dor crónica presentes no sangue periférico</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anticorpos em sintonia: um passo à frente no diagnóstico preciso das miopatias inflamatórias</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/anticorpos-em-sintonia-um-passo-a-frente-no-diagnostico-preciso-das-miopatias-inflamatorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Castilho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214640</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cláudia Pinto Oliveira, interna do último ano de Reumatologia na Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, é a primeira autora do artigo “Impact of Concordance Between Antinuclear Antibody Indirect Immunofluorescence Patterns and Myositis Antibodies in Idiopathic Inflammatory Myopathies: Study Protocol”. Em entrevista à News Farma, a especialista explica a relevância de investigar a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/anticorpos-em-sintonia-um-passo-a-frente-no-diagnostico-preciso-das-miopatias-inflamatorias/">Anticorpos em sintonia: um passo à frente no diagnóstico preciso das miopatias inflamatórias</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cláudia Pinto Oliveira, </strong>interna do último ano de Reumatologia na Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, é a primeira autora do artigo “Impact of Concordance Between Antinuclear Antibody Indirect Immunofluorescence Patterns and Myositis Antibodies in Idiopathic Inflammatory Myopathies: Study Protocol”. Em entrevista à <em>News Farma</em>, a especialista explica a relevância de investigar a concordância entre os testes laboratoriais de anticorpos nas miopatias inflamatórias idiopáticas, bem como o impacto desta precisão diagnóstica na estratificação da gravidade da doença e na prática clínica diária. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Por que é relevante investigar a concordância entre padrões de anticorpos&nbsp; antinucleares por imunofluorescência indireta (IIF) e anticorpos específicos de&nbsp; miosite nas miopatias inflamatórias idiopáticas (IIM)?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cláudia Vieira (CV) | </strong>Sabe-se que a presença de anticorpos específicos de miosite (AEM) pode surgir&nbsp; mesmo na ausência de uma miopatia inflamatória idiopática (MII), especialmente se em&nbsp; título baixo. Cada AEM tem associado padrões de anticorpos antinucleares (ANA) em&nbsp; imunofluorescência indirecta mais típicos. No entanto, o impacto clínico desta&nbsp; concordância entre métodos nas MIIs ainda não está totalmente esclarecido,&nbsp; especialmente se considerarmos diferentes níveis de probabilidade pré-teste para a&nbsp; doença.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nosso estudo procura colmatar este <em>gap </em>ao avaliar a concordância entre&nbsp; padrões de ANA por imunofluorescência indirecta e AEM numa população com elevada&nbsp; probabilidade pré-teste para MII, nomeadamente doentes com um diagnóstico clínico&nbsp; estabelecido pelo reumatologista assistente. Adicionalmente, pretendemos explorar se&nbsp; a concordância ANA–AEM se associa a maior carga de doença ou a manifestações&nbsp; clínicas específicas, o que poderá reforçar a sua utilidade na prática clínica diária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quais são as limitações conhecidas dos métodos atuais de deteção de anticorpos&nbsp; da miosite (como </strong><strong><em>line blot</em></strong><strong>), e de que forma o estudo propõe superar essas&nbsp; limitações?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CV | </strong>Algumas técnicas laboratoriais amplamente difundidas para a detecção de&nbsp; AEMs, tais como os ensaios <em>line blot</em>, apresentam algumas limitações, incluindo taxas&nbsp; relativamente elevadas de falsos positivos, sobretudo para autoanticorpos raros. Cada&nbsp; AEM tem associados padrões de ANA em imunofluorescência indireta mais típicos.&nbsp; Assim, tem sido sugerido que a presença de concordância entre os AEM e os&nbsp; respectivos padrões de ANA por imunofluorescência indirecta possa aumentar a&nbsp; precisão destes resultados laboratoriais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Como poderia ser definida uma “concordância significativa” entre padrões de&nbsp; ANA-IIF e anticorpos de miosite no contexto deste estudo? E quais os fatores&nbsp; clínicos adicionais deveriam ser considerados ao interpretar a concordância entre&nbsp; os dois métodos de teste?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CV |&nbsp; </strong>Prevemos considerar três níveis possíveis de concordância neste estudo: Concordância total: quando o autoanticorpo específico de miosite reportado coincide com a descrição completa do padrão de ANA em imunofluorescência indirecta que seria expectável para esse autoanticorpo (por exemplo, no caso no caso do&nbsp; autoanticorpo Anti-Jo-1, ser reportado um padrão citoplasmático fino pontilhado); Concordância parcial: quando o autoanticorpo específico de miosite reportado&nbsp; coincide com parte da descrição do padrão ANA em imunofluorescência indirecta que&nbsp; seria expectável para esse autoanticorpo (por exemplo, no caso do autoanticorpo Anti Jo-1, ser apenas reportado um padrão “citoplasmático”);&nbsp; Ausência de concordância.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Se uma forte correlação entre ANA-IIF e anticorpos de miosite for confirmada,&nbsp; como isso poderia modificar o atual algoritmo diagnóstico para IIM?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CV | </strong>Apesar de o nosso protocolo atual não estar diretamente desenhado para&nbsp; responder a esta questão, penso que o principal impacto seria colocar os clínicos mais “alerta” no caso de resultados laboratoriais concordantes. Paralelamente, se chegarmos&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">à conclusão de que a presença de concordância se pode associar a um fenótipo de&nbsp; doença distinto ou a maior gravidade da doença, tal poderá ter um impacto clínico&nbsp; direto. Por outro lado, se concluirmos que a ausência de concordância entre métodos&nbsp; laboratoriais se associa a uma doença mais leve, tal servirá também para tranquilização&nbsp; do clínico e do doente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | De que forma testes de anticorpos mais acessíveis ou padronizados poderiam&nbsp; ampliar o impacto clínico dos resultados deste estudo?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CV | </strong>O cenário ideal seria que todos os laboratórios participantes adotassem os&nbsp; mesmos métodos de <em>report </em>dos seus resultados, tais como a nomenclatura do&nbsp; <em>International Consensus on ANA Patterns. </em>Sabemos que alguns dos centros que irão&nbsp; participar neste trabalho poderão não reportar os resultados da mesma forma. Para&nbsp; minimizar esta limitação, solicitaremos aos investigadores locais que forneçam todos os&nbsp; detalhes disponíveis relativos aos padrões de ANA reportados, no intuito de padronizar&nbsp; e harmonizar a informação tanto quanto possível. Adicionalmente, realizaremos uma&nbsp; análise de sensibilidade para testar a consistência dos nossos resultados.&nbsp;Leia o artigo completo <a href="https://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/23542">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/entrevistas/anticorpos-em-sintonia-um-passo-a-frente-no-diagnostico-preciso-das-miopatias-inflamatorias/">Anticorpos em sintonia: um passo à frente no diagnóstico preciso das miopatias inflamatórias</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
