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	<title>Daniela Filipe, Author at My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
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	<title>Daniela Filipe, Author at My Reumatologia</title>
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		<title>Fibromialgia aumenta risco de agravamento da perturbação de uso de opioides relacionado com a dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 09:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo os dados de um estudo publicado observacional, os doentes com fibromialgia encontram-se num risco superior de exacerbações relacionadas com a dor e com o consumo de opioides. A fibromialgia e o transtorno do uso de opioides são doenças crónicas com elevada carga e com características psicossociais, neurobiológicas e clínicas sobreponíveis. As evidências limitadas sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214329" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/9aa91352e792f145830c61b99571c730.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/9aa91352e792f145830c61b99571c730.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/9aa91352e792f145830c61b99571c730-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/9aa91352e792f145830c61b99571c730-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Segundo os dados de um estudo publicado observacional, os doentes com fibromialgia encontram-se num risco superior de exacerbações relacionadas com a dor e com o consumo de opioides.</p>
<p><span id="more-515"></span></p>
<p>A fibromialgia e o transtorno do uso de opioides são doenças crónicas com elevada carga e com características psicossociais, neurobiológicas e clínicas sobreponíveis. As evidências limitadas sobre a interação entre a fibromialgia e a perturbação por uso de opioides (OUD) motivaram a investigação do impacto da fibromialgia no reconhecimento das exacerbações de OUD relacionadas com a dor em indivíduos com dor e OUD.</p>
<p>Assim, o presente estudo observacional recrutou 125 adultos entre julho de 2021 e dezembro de 2021 no <em>Talbot Hall</em> do <em>Wexner Medical Center</em>, uma instalação de tratamento de adição especializada. Os participantes completaram a Pesquisa de Fibromialgia do Colégio Americano de Reumatologia de 2011 (ACR-FMS), um questionário de autorrelato validado que avalia a dor corporal e sintomas relacionados, bem como uma nova Escala de Exacerbação de OUD relacionada à dor de quatro itens. A saúde mental e o estado de dor corporal também foram medidos através do inquérito de saúde de 36 itens da Research and Development (RAND-36).</p>
<p>Os resultados mostraram que todos os participantes referiram dor em pelo menos uma região do corpo, sendo a dor lombar a mais frequentemente referida (79,2 %), seguida da dor no pescoço (36 %) e na parte superior das costas (34,4 %). O número médio de regiões do corpo com dor foi de 3,69.</p>
<p>Os sintomas cognitivos moderados a graves, a fadiga ou a sensação de falta de energia ao acordar foram referidos em 46,4 %, 65,6 % e 69,6 % dos participantes, respetivamente. Cerca de um terço dos participantes (30,2 %) tinha pontuações ACR-FMS de pelo menos 13, o que satisfazia os critérios para fibromialgia. Além disso, embora todos os participantes tenham relatado algum tipo de dor, a fibromialgia foi associada um risco significativamente maior de reconhecer exacerbações de OUD relacionadas com a dor, conforme relatado através da Escala de Exacerbação de OUD relacionada com a dor e RAND-36. A fibromialgia também foi associada a um aumento significativo do risco de manutenção do OUD relacionado à dor (2,31; IC 95 %, 1,08-4,92).</p>
<p>Embora sejam necessárias investigações adicionais, os investigadores consideram que os questionários usados podem ser úteis para identificar doentes em risco de exacerbações de OUD relacionadas à dor.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte:&nbsp;Hall, O. T., et al. Fibromyalgia predicts increased odds of pain-related addiction exacerbation among individuals with pain and opioid use disorder. Pain.2023</span></p>
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		<item>
		<title>Marque na agenda: 1.º Curso de Miopatias Inflamatórias Idiopáticas Juvenis</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/internacional/marque-na-agenda-1-o-curso-de-miopatias-inflamatorias-idiopaticas-juvenis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 07:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Paediatric Rheumatology European Association&#160;organiza o&#160;1.º Curso de Miopatias Inflamatórias Idiopáticas Juvenis, na cidade de Lisboa, no Instituto de Medicina Molecular, de 7 a 8 de setembro.&#160; &#160; &#8220;Como diagnosticar IIM: armadilhas e doenças simuladas&#8221;, &#8220;Instrumentos de Medição em Dermatomiosite Juvenil&#8221;, &#8220;Testes laboratoriais e biomarcadores&#8221;, &#8220;Treino de exercícios em JDM&#8221;, &#8220;Envolvimento pulmonar na IIM: uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214328" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/c501a702ef05e90d163a1eeeb1633357.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/c501a702ef05e90d163a1eeeb1633357.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/c501a702ef05e90d163a1eeeb1633357-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/c501a702ef05e90d163a1eeeb1633357-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>A <em>Paediatric Rheumatology European Association&nbsp;</em>organiza o&nbsp;<span><span>1.º Curso de Miopatias Inflamatórias Idiopáticas Juvenis, na cidade de Lisboa, no Instituto de Medicina Molecular, de 7 a 8 de setembro.&nbsp;</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-514"></span></p>
<p>&#8220;Como diagnosticar IIM: armadilhas e doenças simuladas&#8221;, &#8220;Instrumentos de Medição em Dermatomiosite Juvenil&#8221;, &#8220;Testes laboratoriais e biomarcadores&#8221;, &#8220;Treino de exercícios em JDM&#8221;, &#8220;Envolvimento pulmonar na IIM: uma perspetiva clínica da apresentação à gestão&#8221;, &#8220;Visão geral, evidências e uso futuro de inibidores de JAK na DMJ&#8221; são alguns dos temas a abordar no encontro.&nbsp;</p>
<p>Consulte o <a href="https://www.pres.eu/files/Lisbon%20JDM%20course%2021.04.2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">programa completo</a>.</p>
<p>Inscreva-se <a href="https://b-com.mci-group.com/CommunityPortal/ProgressivePortal/PRA2023/App/Views/InformationPage/View.aspx?InformationPageID=17465" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
<p>Saiba mais <a href="https://www.pres.eu/education/JDMCourse.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curso de Reumatologia Pediátrica dedicado a internos</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/curso-de-reumatologia-pediatrica-dedicado-a-internos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 07:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Curso de Reumatologia Pediátrica para Internos vai decorrer a 21 e 22 de setembro, na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Reumatologia e a Sociedade Portuguesa de Reumatologia Pediátrica. O programa e as inscrições serão disponibilizados brevemente.&#160; O primeiro dia vai ser dedicado à apresentação e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214327" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/605a5b56c8e1f29c51548653d6f1dfc8.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/605a5b56c8e1f29c51548653d6f1dfc8.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/605a5b56c8e1f29c51548653d6f1dfc8-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/605a5b56c8e1f29c51548653d6f1dfc8-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O Curso de Reumatologia Pediátrica para Internos vai decorrer a 21 e 22 de setembro, na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Reumatologia e a Sociedade Portuguesa de Reumatologia Pediátrica. O programa e as inscrições serão disponibilizados brevemente.&nbsp;</p>
<p><span id="more-513"></span></p>
<p>O primeiro dia vai ser dedicado à apresentação e discussão de temas-chave em Reumatologia Pediátrica. Já o segundo dia, pretende-se criar uma vertente prática com a discussão interativa de casos clínicos, a que se seguirá uma sessão prática de exame físico reumatológico em idade pediátrica.</p>
<p>Consulte mais informações <a href="https://www.spreumatologia.pt/evento/curso-de-reumatologia-pediatrica-para-internos/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Osteoporose: ICBAS demonstra ser possível o rejuvenescimento terapêutico das células</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/osteoporose-icbas-demonstra-ser-possivel-o-rejuvenescimento-terapeutico-das-celulas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 07:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores do Laboratório de Farmacologia e Neurobiologia do Centro de Descoberta de Fármacos e Terapias Inovadoras (LFN-MedInUP) do&#160;Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS-UP)&#160;publicou recentemente um artigo na revista&#160;Stem Cell Research and Therapy, no qual demonstra ser possível o rejuvenescimento terapêutico das células osteoprogenitoras da medula óssea, cujo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214326" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/37e331b7a1b39f090b1249a069a513d3.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/37e331b7a1b39f090b1249a069a513d3.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/37e331b7a1b39f090b1249a069a513d3-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/37e331b7a1b39f090b1249a069a513d3-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Uma equipa de investigadores do Laboratório de Farmacologia e Neurobiologia do Centro de Descoberta de Fármacos e Terapias Inovadoras (LFN-MedInUP) do<strong>&nbsp;</strong>Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS-UP)&nbsp;publicou recentemente um artigo na revista&nbsp;<em>Stem Cell Research and Therapy</em>, no qual demonstra ser possível o rejuvenescimento terapêutico das células osteoprogenitoras da medula óssea, cujo envelhecimento está associado à perda de massa óssea (osteoporose) e ao aumento exponencial da incidência de fraturas em mulheres após a menopausa.</p>
<p><span id="more-512"></span></p>
<p>No&nbsp;<a href="https://stemcellres.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13287-023-03315-6" target="_blank" rel="noopener">trabalho publicado</a>, os investigadores do ICBAS identificaram níveis elevados de expressão e atividade de um biomarcador de mau prognóstico relacionado com a perda de massa óssea, a&nbsp;enzima NTPDase3<strong>,</strong>&nbsp;em células osteoprogenitoras isoladas da medula óssea de mulheres pós-menopáusicas, comparativamente com as provenientes de mulheres mais jovens e de homens da mesma faixa etária.</p>
<p>Esta descoberta vai ao encontro dos resultados de trabalhos anteriores publicados pelo mesmo grupo de investigação, que mostraram que o aumento da densidade da enzima NTPDase3 na membrana daquelas células limita a sua diferenciação osteogénica. Um fenómeno que se associa por sua vez a uma perda progressiva da capacidade regenerativa do osso por reduzir os níveis de ATP (adenosina trifosfato) no microambiente e, consequentemente, a formação de matriz e deposição de cálcio nos ossos.</p>
<p>Recorrendo a metodologias inovadoras, tais como o silenciamento génico através da utilização de moléculas de ARN de interferência transportado por vetores virais e a utilização de agentes biológicos (anticorpos monoclonais) seletivos para a enzima NTPase3, a&nbsp;equipa internacional liderada pelos investigadores Profs. Doutores José Bernardo Noronha-Matos e Paulo Correia-de-Sá&nbsp;demonstrou ser possível o rejuvenescimento terapêutico das células osteoprogenitoras da medula óssea, prevenindo deste modo a perda de massa óssea e o risco de fraturas em mulheres pós-menopáusicas.</p>
<p>Para o investigador Prof. Doutor&nbsp;José Bernardo Noronha-Matos, este trabalho é “pioneiro” e “abre “novas perspetivas para o tratamento da osteoporose, uma doença muito incapacitante que é considerada pela comunidade científica como a epidemia do século XXI”.</p>
<p>O também professor do ICBAS acrescenta, ainda, que “a manipulação farmacológica (e não farmacológica, em perspetiva) da atividade desta enzima permite reequilibrar a remodelação óssea em mulheres idosas em risco de fratura”.</p>
<p>A prova de conceito do projeto está neste momento a decorrer através da realização de ensaios pré-clínicos em modelos animais de lesão óssea, no âmbito de um outro projeto em curso, também financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).</p>
<p>A translação clínica das descobertas realizadas por esta equipa multidisciplinar encontra-se facilitada pela participação de especialistas dos Serviços de Ortopedia e Traumatologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia-Espinho e do Centro Hospitalar Universitário de Santo António em todas as fases do projeto, desde a colheita das amostras à publicação dos resultados obtidos.</p>
<p>O trabalho contou ainda com o importante contributo da equipa do investigador Jean Sévigny, da Universidade de Laval (Québec, Canadá), em cujos laboratórios foram desenvolvidos os anticorpos monoclonais específicos contra a enzima NTPDase3.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: Universidade do Porto</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fotografia: DR</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Esclerose Sistémica: SPR e Serviço de Reumatologia do CHUC realizam evento de sensibilização</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/dia-mundial-da-esclerose-sistemica-spr-e-servico-de-reumatologia-do-chuc-realizam-um-evento-de-sensibilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 09:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Esclerose Sistémica, assinalado a 29 de junho, a Sociedade Portuguesa de Reumatologia e o Serviço de Reumatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) realiza um evento de sensibilização dos doentes com fenómeno de Raynaud e esclerose sistémica (ES). Este evento híbrido destina-se, primeiramente, a médicos e profissionais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214325" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/ca9456ad89fef6c66a71b99b32dfe05e.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/ca9456ad89fef6c66a71b99b32dfe05e.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/ca9456ad89fef6c66a71b99b32dfe05e-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/ca9456ad89fef6c66a71b99b32dfe05e-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>No âmbito do Dia Mundial da Esclerose Sistémica, assinalado a 29 de junho, a Sociedade Portuguesa de Reumatologia e o Serviço de Reumatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) realiza um evento de sensibilização dos doentes com fenómeno de Raynaud e esclerose sistémica (ES).</p>
<p><span id="more-511"></span></p>
<p>Este evento híbrido destina-se, primeiramente, a médicos e profissionais de saúde, com o objetivo de sensibilizar para o diagnóstico e referenciação precoce dos doentes com fenómeno de Raynaud e esclerose sistémica. Além disso, a segunda parte é dirigida a doentes, familiares e público em geral, que&nbsp;pretendem aumentar o conhecimento sobre estas doenças, no sentido de aprender e melhorar estratégias para lidar com a esclerose sistémica.&nbsp;<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>A ES é uma doença crónica multissistémica do tecido conjuntivo com um enorme impacto pessoal e social e uma elevada mortalidade. Um dos principais sinais de alarme da ES é a presença de fenómeno de Raynaud, observado em mais de 95 % das pessoas com ES e é frequentemente a primeira manifestação da doença.&nbsp;<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O fenómeno de Raynaud reflete um vasoespasmo reversível de artérias, como as artérias digitais, muitas vezes induzido pelo frio ou <em>stress</em> emocional. Caracteriza-se por uma alteração sequencial da cor dos dedos, primeiro ficam pálidos, depois azulados e por último ruborizados. Apesar de o fenómeno afetar mais frequentemente os dedos das mãos e dos pés, também pode afetar outras áreas do corpo, como o nariz, lábios e orelhas.&nbsp;<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>A Dr.ª Tânia Santiago, reumatologista no Serviço de Reumatologia do CHUC e Membro do Comité <a href="https://eustar.org/" target="_blank" rel="noopener">EUSTAR</a>, afirma: &#8220;A ES é uma doença com um enorme impacto pessoal, social, económico, e uma elevada mortalidade. Trata-se de uma doença potencialmente incapacitante, progressiva e debilitante. O envolvimento da pele pode resultar em dor, limitação funcional, transformação e insatisfação com a imagem corporal, contribuindo para o impacto negativo desta doença na qualidade de vida e na satisfação global com a vida.”<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>As alterações corporais, principalmente na pele, têm impacto negativo em muitos outros aspetos da vida diária dos doentes. A ES é incapacitante na área laboral e profissional, união familiar e parental, disfunção sexual, perda do papel social e efeitos profundos na perceção de auto que muitas vezes levam ao isolamento social progressivo. Além disso, muitos doentes desenvolvem complicações psicológicas, incluindo distúrbios do sono, e sofrimento psicológico, com depressão e ansiedade.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Acresce que a ES impõe um elevado impacto económico aos doentes e à sociedade. Numa revisão sistemática recente (dados colhidos até janeiro de 2021), o custo anual total da ES variou de 4.607€ a 30.797€ por doente na Europa. As complicações associadas à ES aumentam a carga económica.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O tratamento da ES deve ser baseado numa abordagem holística com ênfase dada não apenas aos processos biológicos da doença, mas também aos aspetos físicos, psicológicos e sociais do doente. Apesar dos esforços notáveis e do progresso considerável observado nos últimos anos, nossa capacidade de mudar o curso da doença e melhorar significativamente a experiência do doente com a doença é frustrantemente limitada.&nbsp;<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Inscreva-se&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfNtMzyJVtMDg9ThL_RekAiVTkDZEiPezSMr1i2QIYJxCwtsA/viewform" target="_blank" rel="noopener">aqui&nbsp;</a>e participe nesta atividade, que promete ser um espaço de partilha de experiências entre os profissionais de saúde e os doentes.</p>
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		<item>
		<title>Marque na agenda: 4.º Curso Clínico de Osteoporose</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/marque-na-agenda-4-o-curso-clinico-de-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 09:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;4.º Curso Clínico de Osteoporose já tem data marcada para 11 de novembro, em Lisboa, e 25 de novembro, em Porto. Marque na agenda. Este&#160;curso&#160;pretende ser um incentivo à participação de todos os profissionais de saúde ligados ao tratamento do doente com&#160;osteoporose&#160;e outras doenças ósseas metabólicas, nomeadamente médicos de diversas especialidades, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214324" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/bf337492a0864d5a8d1619941820aa93.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/bf337492a0864d5a8d1619941820aa93.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/bf337492a0864d5a8d1619941820aa93-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/bf337492a0864d5a8d1619941820aa93-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O&nbsp;4.º Curso Clínico de Osteoporose já tem data marcada para 11 de novembro, em Lisboa, e 25 de novembro, em Porto. Marque na agenda.</p>
<p><span id="more-510"></span></p>
<p>Este&nbsp;curso&nbsp;pretende ser um incentivo à participação de todos os profissionais de saúde ligados ao tratamento do doente com&nbsp;osteoporose&nbsp;e outras doenças ósseas metabólicas, nomeadamente médicos de diversas especialidades, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos.</p>
<p>O&nbsp;curso&nbsp;inclui temáticas alargadas nas áreas&nbsp;da&nbsp;osteoporose, tais como fisiopatologia; epidemiologia; diagnóstico: DEXA e estudo complementar; decisão terapêutica / avaliação de risco; monitorização; terapêutica (farmacológica, não farmacológica e cirúrgica); risco de queda e sarcopenia / osteossarcopenia e FLS.</p>
<p>As inscrições abrem brevemente <a href="https://www.spodom.pt/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ensaios de lúpus BRAVE demonstram resultados sobre baricitinib</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/ensaios-de-lupus-brave-demonstram-resultados-sobre-baricitinib/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 07:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[lúpus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baricitinib alcançou o endpoint primário num estudo fase 3 de doentes com lúpus eritematoso sistémico (LES), mas não cumpriu o mesmo endpoint num segundo ensaio com o objetivo de replicar os resultados. Este foi o ensaio da fase 3 do baricitinib no LES ativo, motivado pelos resultados positivos no ensaio anterior da fase 2 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214309" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3946cc5a2ed843c2c9fca0b4efcd28ba.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3946cc5a2ed843c2c9fca0b4efcd28ba.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3946cc5a2ed843c2c9fca0b4efcd28ba-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3946cc5a2ed843c2c9fca0b4efcd28ba-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Baricitinib alcançou o <em>endpoint</em> primário num estudo fase 3 de doentes com lúpus eritematoso sistémico (LES), mas não cumpriu o mesmo <em>endpoint</em> num segundo ensaio com o objetivo de replicar os resultados.</p>
<p><span id="more-495"></span></p>
<p>Este foi o ensaio da fase 3 do baricitinib no LES ativo, motivado pelos resultados positivos no ensaio anterior da fase 2 e evidências biológicas robustas da inibição JAK no lúpus. O SLE-BRAVE-I e SLE-BRAVE-II foram ambos ensaios duplamente cegos, aleatorizados e controlados por placebo que investigaram a segurança e eficácia do baricitinib em doentes com LES. Ambos os estudos incluíram doentes com 18 anos ou mais que tinham LES e estavam a receber uma terapêutica de <em>background</em> estável. Os doentes em ambos os estudos foram aleatorizados 1:1:1 para receberem baricitinib 4 mg ou 2 mg, ou placebo.</p>
<p>O <em>endpoint</em> primário em ambos os estudos foi a percentagem de doentes que receberam 4 mg de baricitinib e que obtiveram um Índice de Resposta ao LES (SLE Responder Index)-4 na semana 52 <em>versus</em> placebo. Adicionalmente, os investigadores em ambos os ensaios realizaram análises de segurança para os doentes que receberam baricitinib e não interromperam a terapêutica durante o período do estudo. Os <em>endpoints</em> secundários diferiram entre os estudos, mas incluíram percentagens de doentes que atingiram baixa atividade da doença e que receberam doses de prednisolona.</p>
<p>Um total de 760 doentes participaram no SLE-BRAVE-1, 252 dos quais receberam baricitinib 4 mg, enquanto 255 receberam doses de 2 mg e 253 receberam placebo. Em comparação com placebo, um número significativamente maior de doentes alcançaram o <em>endpoint</em> primário (OR = 1,57; 95% CI, 1,09-2,27) com baricitinib 4 mg. No entanto, não houve diferença estatisticamente significativa entre o grupo que recebeu baricitinib <em>versus</em> placebo no que diz respeito aos <em>endpoints</em> secundários. O perfil de segurança permaneceu consistente com os achados anteriores.</p>
<p>O SLE-BRAVE-II, entretanto, incluiu 775 doentes. Neste estudo, 258 doentes receberam 4 mg de baricitinib, 261 doentes receberam 2 mg de baricitinib, e 256 doentes receberam placebo. Aqui, não houve diferenças na percentagem de doentes de cada grupo que atingiram o <em>endpoint</em> primário, de acordo com os investigadores. Além disso, não foram atingidos os <em>endpoints</em> secundários. No entanto, o ensaio estava em conformidade com os resultados de segurança anteriormente relatados.</p>
<p>O BRAVE-I foi um ensaio positivo com uma diferença significativa a favor do baricitinib na medida do endpoint primário do SRI(4). Enquanto as medidas de <em>endpoints</em> secundários exploratórios nos domínios músculo-esquelético e mucocutâneo também foram positivas, os <em>endpoints</em> secundários formais não o foram. O ensaio BRAVE-II foi negativo o que significa que as evidências que sustentam a eficácia do baricitinib no LES são insuficientes para suportar a sua aprovação. Contudo, os autores destacam que não foram registados novos sinais de segurança nesta população de maior risco.</p>
<p>Os desafios que traduzem os resultados positivos do ensaio da fase 2 para a fase 3 e a aprovação subsequente permanecem. Os investigadores concluem que um projeto global com o objetivo de produzir melhores medidas de <em>outcome</em> para os ensaios do LES pode fazer uma grande diferença. Entretanto, vários outros programas promissores estão na fase III que e aguardam resultados positivos e mais medicamentos novos.</p>
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		<title>COVID-19: uso de corticoides e sexo masculino são fatores preditores de gravidade da psoríase e artrite psoriática ou espondiloartrite axial</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/covid-19-uso-de-corticoides-e-sexo-masculino-sao-fatores-preditores-de-gravidade-da-psoriase-e-artrite-psoriatica-ou-espondiloartrite-axial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 07:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de corticoides, a idade avançada, o sexo masculino e a carga de comorbilidade estão entre os preditores de COVID-19 mais graves em doentes com psoríase, artrite psoriática espondiloartrite axial, de acordo com dados recentes. Embora os fatores de risco para outcomes graves da COVID-19 tenham sido demonstrados tanto em estudos baseados em registos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214308" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3a4499a4c30d6f082d254099c90f2c24.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3a4499a4c30d6f082d254099c90f2c24.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3a4499a4c30d6f082d254099c90f2c24-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/3a4499a4c30d6f082d254099c90f2c24-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O uso de corticoides, a idade avançada, o sexo masculino e a carga de comorbilidade estão entre os preditores de COVID-19 mais graves em doentes com psoríase, artrite psoriática espondiloartrite axial, de acordo com dados recentes.</p>
<p><span id="more-494"></span></p>
<p>Embora os fatores de risco para <em>outcomes</em> graves da COVID-19 tenham sido demonstrados tanto em estudos baseados em registos como populacionais, para indivíduos com doenças inflamatórias imunomediadas (IMIDs) coletivamente e para doenças específicas como a artrite reumatóide, os dados relevantes dos fatores de risco são limitados para a espondiloartrite axial (axSpA) e a doença psoriática (incluindo psoríase sem artrite (PsO) e artrite psoriática (PsA).</p>
<p>A associação de classes específicas de fármacos antirreumáticas modificadores de doenças, biológicos ou dirigidos (b/tsDMARD)] comummente utilizadas nesta população, incluindo inibidores da IL-17 (IL17i) e inibidores da IL-23 ou IL-12/23 (IL-23i/IL-12+23i), com <em>outcomes</em> da COVID-19 não foi suficientemente estudada.</p>
<p>Para investigar fatores associados com os <em>outcomes</em> da COVID-19 grave em doentes com psoríase, PsA ou axial SpA, os investigadores recolheram dados da <em>COVID-19 Global Rheumatology Alliance e do Psoriasis Patient Registry for Outcomes</em>, <em>Therapy and Epidemiology of COVID-19 Infection</em> (<em>PsoProtect</em>) &#8211; ambos os registos médicos iniciados em março de 2020.</p>
<p>Os investigadores utilizaram dados recolhidos até 25 de outubro de 2021, e os doentes foram classificados como tendo uma probabilidade confirmada ou &#8220;elevada&#8221; de COVID-19 baseada em imagens ou testes ou casos presumíveis baseados em sintomas.</p>
<p>As terapêuticas utilizadas para gerir as doenças inflamatórias imunomediadas foram classificadas de acordo com o tipo de fármaco. O <em>outcome</em> primário foi a gravidade da COVID-19 avaliada numa escala ordinal que incluía três categorias distintas &#8211; sem hospitalização e sem morte, hospitalização mas sem morte, e morte.</p>
<p>A análise incluiu um total de 5045 doentes, 18,3 % dos quais demonstraram psoríase, 45,5 % tinham PsA e 36,3 % tinham SpA axial. De acordo com os investigadores, 83,6 % dos doentes não foram hospitalizados, 14,6 % foram hospitalizados, e 1,8 % dos doentes morreram.</p>
<p>Os fatores associados a <em>outcomes</em> mais graves incluíram sexo masculino (OR = 1,54; 95 % CI, 1,3-1,83); comorbilidades relacionadas com cancro, doença cardiovascular, doença respiratória, fatores renais ou metabólicos (ORs variando de 1,25 a 2,89); e uso de corticoides e/ou atividade de doença moderada a elevada (ORs variando de 1,39 a 2,23 <em>vs.</em> remissão ou baixa atividade de doença e sem uso de corticoides). Além disso, as infeções que ocorrem mais tarde na pandemia ou em doentes com psoríase parecem ser menos graves, de acordo com os investigadores.</p>
<p>Neste estudo baseado em registos de indivíduos com PsO, PsA e axSpA com infecção por SARS-CoV-2 (Machado PM, et al. Ann Rheum Dis. 2023), concluiu-se que os fatores de risco conhecidos para a população em geral (idade mais avançada, presença de comorbilidades) e para as IMIDs em geral (maior atividade da doença, maior utilização de base corticoide) estavam associados a <em>outcomes</em> mais graves da COVID-19. Adicionalmente, um diagnóstico de COVID-19 num período de tempo posterior durante a pandemia foi associado a uma menor gravidade da doença em comparação com o início de 2020.</p>
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		<item>
		<title>Fibromialgia aumenta probabilidades de agravamento do transtorno de uso de opiáceos relacionados com a dor</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/fibromialgia-aumenta-probabilidades-de-agravamento-do-transtorno-de-uso-de-opiaceos-relacionados-com-a-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 10:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[Fibromialgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os doentes com fibromialgia encontram-se em maior risco de exacerbações da dor relacionadas com o transtorno de uso de opiáceos, de acordo com um estudo publicado em Pain. A fibromialgia e o transtorno de uso de opioides são doenças crónicas altamente onerosas com características psicossociais, neurobiológicas e clínicas substancialmente sobreponíveis. De acordo com um novo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214304" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/f2db05517411d6eb0e1fc32654b32d49.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/f2db05517411d6eb0e1fc32654b32d49.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/f2db05517411d6eb0e1fc32654b32d49-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/04/f2db05517411d6eb0e1fc32654b32d49-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Os doentes com fibromialgia encontram-se em maior risco de exacerbações da dor relacionadas com o transtorno de uso de opiáceos, de acordo com um estudo publicado em Pain.</p>
<p><span id="more-490"></span></p>
<p>A fibromialgia e o transtorno de uso de opioides são doenças crónicas altamente onerosas com características psicossociais, neurobiológicas e clínicas substancialmente sobreponíveis. De acordo com um novo estudo (Hall, O. T., et al.Pain.2023), um diagnóstico de fibromialgia é um provável fator de risco de agravamento do transtorno de uso de opioides para o tratamento da dor.</p>
<p>Atendendo aos dados limitados sobre a interação entre fibromialgia e transtorno de uso de opioides, os investigadores procuraram examinar se a fibromialgia afeta as probabilidades de reconhecimento de exacerbações do transtorno de uso de opioides relacionadas com a dor em indivíduos com dor e transtorno de uso de opioides.</p>
<p>O estudo observacional recrutou 125 adultos entre julho e dezembro de 2021 no Talbot Hall do Centro Médico Wexner, uma instalação de tratamento de adição de especialidade. Os participantes preencheram o inquérito de 2011 do <em>American College of Rheumatology Fibromyalgia Survey</em> (ACR-FMS), um questionário de auto-reporte validado que avalia a dor corporal e sintomas relacionados, bem como uma nova Escala de Exacerbação do Transtorno de uso de opioides relacionada com a dor, de quatro itens. A saúde mental e o estado da dor corporal também foram medidos através do Inquérito de Saúde de 36 itens de Investigação e Desenvolvimento (RAND-36).</p>
<p>Os resultados mostraram que todos os participantes relataram dor em pelo menos uma região do corpo, sendo a dor lombar a mais frequentemente relatada (79,2 %), seguida de dores no pescoço (36 %) e na parte superior das costas (34,4 %). O número médio de regiões do corpo com dor foi de 3,69.</p>
<p>Sintomas cognitivos moderados a severos, fadiga ou sensação de cansaço ao acordar foram relatados em 46,4 %, 65,6 % e 69,6 % dos participantes, respetivamente. Cerca de um terço dos participantes (30,2 %) tinham pontuações ACR-FMS de pelo menos 13, que preenchiam os critérios de fibromialgia.</p>
<p>Além disso, embora todos os participantes tenham relatado algum tipo de dor, aqueles com fibromialgia tinham probabilidades significativamente maiores de reconhecer exacerbações do transtorno de uso de opioides relacionadas com a dor, segundo a Escala de Exacerbação do transtorno de uso de opioides relacionado com a Dor e RAND-36. A fibromialgia também foi associada a um aumento significativo das probabilidades de manutenção do transtorno de uso de opioides relacionado com a dor (2,31; 95% CI, 1,08-4,92).</p>
<p>Embora seja necessária investigação adicional, estes instrumentos podem ser úteis para identificar doentes em risco de exacerbações do transtorno de uso de opioides relacionado com a dor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doença reumática autoimune: eficácia aumenta com quarta dose da vacina COVID-19</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/doenca-reumatica-autoimune-eficacia-aumenta-com-quarta-dose-da-vacina-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 10:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[doença reumática autoimune]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.myreumatologia.pt/atualidade/doenca-reumatica-autoimune-eficacia-aumenta-com-quarta-dose-da-vacina-covid-19/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os doentes com doença reumática autoimune que recebem uma quarta dose da vacina mRNA BNT162b2 COVID-19 estão mais protegidos do que os doentes que recebem apenas três doses, de acordo com dados publicados recentemente. Atualmente, existem seis vacinas para a infeção por SARS-CoV-2 aprovadas comercialmente a nível mundial, e todas são altamente eficazes na prevenção [&#8230;]</p>
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<p>Os doentes com doença reumática autoimune que recebem uma quarta dose da vacina mRNA BNT162b2 COVID-19 estão mais protegidos do que os doentes que recebem apenas três doses, de acordo com dados publicados recentemente.</p>
<p><span id="more-489"></span></p>
<p>Atualmente, existem seis vacinas para a infeção por SARS-CoV-2 aprovadas comercialmente a nível mundial, e todas são altamente eficazes na prevenção da infeção sintomática COVID-19, complicações e mortalidade na população em geral. Contudo, o aparecimento de novas estirpes da variante do vírus SARS-CoV-2 e a diminuição da imunogenicidade da segunda e terceira doses suscitou preocupações quanto à eficácia a longo prazo da vacina contra a SARS-CoV-2.</p>
<p>Para investigar a eficácia de uma quarta dose da vacina mRNA BNT162b2 em doentes com doenças reumáticas autoimunes, foi realizado um estudo retrospectivo de doentes inscritos no sistema de Serviços de Saúde Clalit em Israel.</p>
<p>Os investigadores analisaram dados de todos os inscritos com idade≥ 18 anos com uma doença autoimune, sem COVID-19 previamente registada, que receberam pelo menos três doses da vacina mRNA BNT162b2 e eram elegíveis para uma quarta dose. As doenças reumáticas autoimunes incluíram artrite reumatoide, espondiloartrose, lúpus eritematoso sistémico e esclerose sistémica.</p>
<p>O período de estudo decorreu entre 16 de janeiro e 31 de março de 2022. Os doentes incluídos foram classificados como tendo recebido três doses, consistindo na série inicial de duas doses e uma dose de reforço, ou quatro doses da vacina. O <em>endpoint</em> primário foi o diagnóstico da COVID-19 durante o período do estudo. Os <em>endpoints</em> secundários incluíram hospitalização e morte relacionada com a COVID-19.</p>
<p>A análise incluiu um total de 43 748 doentes. Entre estes doentes, 27 766 estavam no grupo de controlo de três doses, enquanto 15 982 tinham recebido quatro doses. A infeção COVID-19 ocorreu em 25 % dos doentes do grupo de três doses, em comparação com 11 % na coorte de quatro doses. Globalmente, os doentes que receberam quatro doses demonstraram um risco mais baixo de desenvolver COVID-19 (HR = 0,54; 95 % CI, 0,52-0,58) <em>versus</em> os doentes que receberam três doses, de acordo com os investigadores.</p>
<p>Os resultados&nbsp;<span style="font-size: 10pt;">(Bieber A, et al. Rheumatology. 2023)</span>&nbsp;evidenciaram que a quarta dose da vacina BNT162b2 estava associada a uma menor taxa de infeção por COVID-19 entre os doentes [doença reumática autoimune (DRA). Verificou-se ainda que os doentes que foram vacinados com a quarta dose tinham um risco inferior de hospitalização e mortalidade relacionada com a COVID-19. Adicionalmente, os resultados permaneceram consistentes, independentemente do tipo de diagnóstico, antecedentes médicos ou tratamento da DRA.</p>
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