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	<title>dor crónica Archives - My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
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	<title>dor crónica Archives - My Reumatologia</title>
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		<title>Investigadores da Universidade de Coimbra criam programa para ajudar a lidar com a dor crónica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 09:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveu um programa psicoterapêutico inovador destinado a pessoas com dor crónica, um problema de saúde que afeta cerca de 37% da população portuguesa. Chama-se iACTwithPain, está disponível numa plataforma digital desenhada para o efeito – https://iact.isr.uc.pt – e foi desenvolvido por investigadores do Centro de Investigação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-213997" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/08/be4e4fd1bcb87d92f342f6e3e3e1d9e2.jpg" alt="" width="850" height="450" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/08/be4e4fd1bcb87d92f342f6e3e3e1d9e2.jpg 850w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/08/be4e4fd1bcb87d92f342f6e3e3e1d9e2-300x159.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/08/be4e4fd1bcb87d92f342f6e3e3e1d9e2-756x400.jpg 756w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/08/be4e4fd1bcb87d92f342f6e3e3e1d9e2-768x407.jpg 768w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<p>Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveu um programa psicoterapêutico inovador destinado a pessoas com dor crónica, um problema de saúde que afeta cerca de 37% da população portuguesa.</p>
<p><span id="more-208"></span></p>
<p>Chama-se <em>iACTwithPain</em>, está disponível numa plataforma digital desenhada para o efeito – <a href="https://iact.isr.uc.pt"></a><a href="https://iact.isr.uc.pt" target="_blank" rel="noopener">https://iact.isr.uc.pt</a> – e foi desenvolvido por investigadores do Centro de Investigação em Neuropsicologia e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) e do Instituto de Sistemas e Robótica, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação (FPCEUC) e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), respetivamente.</p>
<p>No essencial, este programa de intervenção psicológica de terceira geração, em formato online, pretende promover o desenvolvimento de competências de autogestão da dor e de autorregulação emocional, de modo a diminuir o impacto da dor e a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desta patologia. Tem uma duração de oito semanas e inclui dois momentos de <em>follow-up</em> – aos 3 e 6 meses após a conclusão da intervenção.</p>
<p>&#8220;A intervenção é constituída por 8 módulos, de cerca de 20 minutos de duração cada, disponibilizados uma vez por semana. Os participantes são orientados, ao longo da intervenção, mediante o recurso a vídeos explicativos e animados ou com os próprios terapeutas (ou os seus avatares) em tópicos relacionados com a gestão da dor e das respostas emocionais e cognitivas associadas, através da prática de exercícios experienciais e meditativos guiados&#8221;, descreve a Dr.ª Paula Castilho, coordenadora do projeto.</p>
<p>No final de cada módulo é sugerida a prática de exercícios relacionados com o tópico abordado e solicitado o preenchimento de um curto questionário sobre a sessão e o seu impacto. A progressão no programa &#8220;depende da conclusão de cada um dos módulos. A prática continuada e comprometida é fundamental para a eficácia da intervenção, pelo que os/as participantes serão incentivados/as e motivados/as através do envio de uma mensagem, via email, uma vez por semana, entre cada sessão a praticar/treinar as competências ensinadas&#8221;, sublinha a Dr.ª Paula Castilho.</p>
<p>Agora, a equipa pretende validar a eficácia deste programa. Está, por isso, a pedir a colaboração de pessoas com diagnóstico de dor crónica nos últimos três meses, com idades compreendidas entre os 18 e os 50 anos, que possuam acesso à internet e que não estejam envolvidas noutra forma de intervenção psicológica para a dor crónica. A elegibilidade para a participação no programa será aferida mediante questionários de autorresposta disponibilizados na <a href="https://iact.isr.uc.pt/" target="_blank" rel="noopener">plataforma</a>, assim que cada voluntário tiver lido e aceite o consentimento informado depois de efetuado o registo.</p>
<p>No fim do estudo, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), os participantes que ficarão distribuídos no grupo controlo terão a possibilidade de usufruir integralmente do programa <em>iACTwithPain</em>.</p>
<p>A investigadora do CINEICC e professora da FPCEUC nota que &#8220;cerca de 37% da população portuguesa sofre de um quadro com dor crónica, o que acarreta importantes custos sociais e económicos significativos. Além disso, a dor crónica está presente em diversos problemas psicológicos e quadros clínicos, como a ansiedade e a depressão&#8221;.</p>
<p>Através do programa <em>iACTwithPain</em>, conclui, &#8220;pretendemos testar a eficácia de determinados componentes e estratégias terapêuticas e o seu contributo diferencial na gestão emocional e da dor. O iACTwithPain conta com a vantagem de ter um formato online, possibilitando o acesso generalizado da população a uma intervenção promotora da saúde (eHealth), aspeto ainda mais relevante pelas circunstâncias atuais decorrentes da crise pandémica. Deste modo, as pessoas podem efetuar a intervenção ao seu próprio ritmo, no seu ambiente natural e de acordo com as suas necessidades&#8221;.</p>
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		<title>Bolsas &#8220;Mais Valor em Saúde&#8221; premeiam quatro projetos do SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 07:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[dor crónica]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O júri do concurso selecionou os vencedores, no passado dia 29 de junho, numa iniciativa que reconhece projetos apresentados por entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), e contou com 27 candidaturas. O programa&#160;“Mais Valor em Saúde – Vidas que Valem”,&#160;que conta com o apoio institucional da Ordem dos Enfermeiros, da Ordem dos Farmacêuticos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-213989" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/07/70a2f0392847dc331972c7d3d3673ab9.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/07/70a2f0392847dc331972c7d3d3673ab9.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/07/70a2f0392847dc331972c7d3d3673ab9-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/07/70a2f0392847dc331972c7d3d3673ab9-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O júri do concurso selecionou os vencedores, no passado dia 29 de junho, numa iniciativa que reconhece projetos apresentados por entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), e contou com 27 candidaturas.</p>
<p><span id="more-201"></span></p>
<p>O programa&nbsp;<strong>“</strong>Mais Valor em Saúde – Vidas que Valem<strong>”,</strong>&nbsp;que conta com o apoio institucional da Ordem dos Enfermeiros, da Ordem dos Farmacêuticos e da Ordem dos Médicos, pretende apoiar a implementação de projetos nos Hospitais do SNS que visem introduzir nas suas estruturas as alterações necessárias à melhor alocação de recursos em saúde nos hospitais e unidades do SNS.</p>
<p>Os quatro projetos vencedores desta primeira edição serão financiados com bolsas no valor individual de 50 mil euros, constituídas por horas de apoio especializado à execução de cada projeto vencedor a prestar pelos parceiros Exigo e IASIST.</p>
<p>Fique a conhecê-los:</p>
<ul>
<li><strong>Unidade Local de Saúde de Matosinhos – Avaliação de Úlceras Por Pressão (UPP) Em Contexto Domiciliário com Recurso à Imagem Digital/Dispositivo Móvel</strong></li>
<li><strong>Unidade Local de Saúde de Matosinhos &#8211; Unidade De Medicina De Proximidade ‐ Ump</strong></li>
<li><strong>Hospital De Santa Marta ‐ Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central &#8211; Monitorização Remota Na Prevenção Da Descompensação Da Insuficiência Cardíaca – More Card</strong></li>
<li><strong>Unidade Local De Saúde Do Alto Minho &#8211; Dor Crónica: O Doente No Centro Da Relação Hospital – Cuidados De Saúde</strong>&nbsp;<strong>Primários</strong></li>
</ul>
<p>O programa “Mais Valor em Saúde – Vidas que Valem” é uma iniciativa da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH), da Exigo, da Gilead e da IASIST.</p>
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		<title>Politécnico de Leiria desenvolve jogo para auxiliar o tratamento da dor crónica na velhice</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/politecnico-de-leiria-desenvolve-jogo-para-auxiliar-o-tratamento-da-dor-cronica-na-velhice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 09:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[dor crónica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Politécnico de Leiria, através da&#160;spin&#160;off&#160;AGILidades, vai desenvolver um jogo analógico para ajudar na gestão e tratamento da dor crónica, que afeta mais de 50% da população idosa em Portugal. O jogo será criado em parceria com a brasileira Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), no Rio Grande do Sul, envolvendo mais de 60 idosos em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-213958" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/05/56dab2b3675237b0ba79395c67ee9ae4.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/05/56dab2b3675237b0ba79395c67ee9ae4.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/05/56dab2b3675237b0ba79395c67ee9ae4-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/05/56dab2b3675237b0ba79395c67ee9ae4-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O Politécnico de Leiria, através da&nbsp;<em>spin</em>&nbsp;<em>off</em>&nbsp;AGILidades, vai desenvolver um jogo analógico para ajudar na gestão e tratamento da dor crónica, que afeta mais de 50% da população idosa em Portugal. O jogo será criado em parceria com a brasileira Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), no Rio Grande do Sul, envolvendo mais de 60 idosos em cada país (Portugal e Brasil) e uma equipa de profissionais de áreas multidisciplinares.</p>
<p><span id="more-170"></span></p>
<p>&#8220;Vários foram os problemas já identificados na população idosa em Portugal, desde o uso abusivo de medicação para controlo da dor, atitudes negativistas sobre estratégias de atenuação desta condição, pouca proatividade na procura de soluções não medicamentosas, entre outros. O atual contexto de pandemia veio agravar esta realidade da dor crónica, sendo urgente redefinir novas estratégias terapêuticas nesta área de intervenção. O papel do jogo como agente educativo pode ser fulcral na mudança desta realidade&#8221;, fazem notar a Prof.ª Doutora Marlene Rosa e o Dr. Ricardo Pocinho, professores do Politécnico de Leiria e responsáveis pelo AGILidades.</p>
<p>O desenvolvimento do jogo passará por um processo científico cuidadosamente planeado e revisto na sua qualidade metodológica, envolvendo os próprios idosos na definição dos seus problemas mais reais e incapacitantes relacionados com a dor crónica.</p>
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		<title>Quase 80% das pessoas com dor crónica sofrem de distúrbios do sono</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/quase-80-das-pessoas-com-dor-cronica-sofrem-de-disturbios-do-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Filipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 14:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[aped]]></category>
		<category><![CDATA[dor crónica]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial do Sono, assinalado a 19 de março, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) sensibiliza para a importância da qualidade do sono nas pessoas que vivem com dor crónica. Estima-se que entre 50% e 80% das pessoas com dor crónica sofrem de distúrbios de sono, sendo a insónia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-213951" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/03/47674e109b85ae6495880f2604f34f58.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/03/47674e109b85ae6495880f2604f34f58.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/03/47674e109b85ae6495880f2604f34f58-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2021/03/47674e109b85ae6495880f2604f34f58-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>No âmbito do Dia Mundial do Sono, assinalado a 19 de março, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) sensibiliza para a importância da qualidade do sono nas pessoas que vivem com dor crónica.</p>
<p><span id="more-163"></span></p>
<p>Estima-se que entre 50% e 80% das pessoas com dor crónica sofrem de distúrbios de sono, sendo a insónia, síndrome das pernas inquietas e apneia obstrutiva do sono os mais comuns. Estes podem afetar a resposta do doente à dor; e assim acontece, uma vez que a perceção da dor aumenta à medida que o sono é comprometido.</p>
<p>De acordo com a Dr.ª Ana Pedro, presidente da APED, “o sono é frequentemente utilizado como um indicador do controlo correto da dor, sendo crucial que os doentes que lidam com dor crónica sejam acompanhados devidamente por forma a adotarem uma higiene de sono adequada e, consequentemente, melhorarem a sua qualidade de vida”, sustenta<em>. </em></p>
<p>Tendo em conta que as patologias causadoras de dor, como a fibromialgia, a lombalgia, a dor neuropática e a artrose podem alterar a qualidade do sono, e que um distúrbio de sono pode agravar estas condições, a APED defende que a abordagem terapêutica deve ser comum, ou seja, deve-se abordar ambos os problemas em simultâneo.</p>
<p>Para aliviar os sintomas físicos causadores da dor e conseguir dormir melhor, a entidade recomenda também algumas medidas simples para a adoção de uma melhor “higiene do sono”, entre as quais dormir num ambiente adequado, usar colchões e almofadas de densidade adequada, manter uma rotina de horários de sono, evitar ou diminuir o consumo de cafeína e álcool e, ainda, praticar técnicas de relaxamento.</p>
<p>A dor crónica atinge um em cada três portugueses, sendo a segunda doença com maior prevalência em Portugal. Afeta a qualidade de vida do doente e das famílias, não apenas devido à dificuldade ou incapacidade física, funcional e motora, mas também ao ter um grande impacto a nível pessoal e emocional.</p>
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