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	<title>My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 15:33:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Reumatologia</title>
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		<title>Reumatologia portuguesa reúne-se nos Açores em outubro</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/reumatologia-portuguesa-reune-se-nos-acores-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Reumatologia promove a 28.ª edição do Congresso Português de Reumatologia, que decorre entre os dias 14 e 17 de outubro de 2026, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, reunindo especialistas de todo o país numa das mais importantes iniciativas científicas da área. Este encontro anual assume-se como um momento central de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Portuguesa de Reumatologia promove a 28.ª edição do Congresso Português de Reumatologia, que decorre entre os dias 14 e 17 de outubro de 2026, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, reunindo especialistas de todo o país numa das mais importantes iniciativas científicas da área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este encontro anual assume-se como um momento central de atualização científica, discussão multidisciplinar e partilha de boas práticas clínicas no domínio das doenças reumáticas, refletindo a evolução constante desta especialidade e o seu impacto crescente na saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a expectativa de mais uma edição de sucesso, o Congresso Português de Reumatologia é um ponto de encontro privilegiado para debater os desafios atuais e o futuro da especialidade em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda a todas as informações <a href="https://www.spreumatologia.pt/evento-xxviii-cpr-congresso-portugues-de-reumatologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> e faça a sua inscrição <a href="https://eventbase.pt/EventBase/Inscricoes/PaginaInscricaoIndividual.aspx?Params=RXZlbnRvSUQ9MTUzMA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Desigualdades económicas moldam tratamento farmacológico das doenças reumáticas na Europa</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/desigualdades-economicas-moldam-tratamento-farmacologico-das-doencas-reumaticas-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo europeu publicado no Annals of the Rheumatic Diseases evidencia que os fatores socioeconómicos nacionais influenciam de forma significativa tanto a retenção terapêutica como a atividade da doença em doentes com artrite psoriática e espondiloartrite axial. A investigação europeia, que contou com a participação dos médicos portugueses Miguel Bernardes e Luís Cunha Miranda, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo europeu publicado no <em>Annals of the Rheumatic Diseases</em> evidencia que os fatores socioeconómicos nacionais influenciam de forma significativa tanto a retenção terapêutica como a atividade da doença em doentes com artrite psoriática e espondiloartrite axial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação europeia, que contou com a participação dos médicos portugueses Miguel Bernardes e Luís Cunha Miranda, analisou dados longitudinais de 38.911 doentes provenientes de 13 países europeus, incluídos na rede europeia de investigação em espondiloartrite. Destes, 17.296 apresentavam artrite psoriática e 21.615 espondiloartrite axial, todos a iniciar terapêutica com fármacos antirreumáticos modificadores da doença biológicos ou sintéticos direcionados (b/tsDMARD) entre 2015 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados demonstram que a retenção destes fármacos foi significativamente inferior em países com maior produto interno bruto (PIB) per capita, comparativamente a países com níveis médios ou baixos, aos 6, 12 e 24 meses de tratamento. Esta associação manteve-se consistente tanto em homens como em mulheres e ao longo das diferentes linhas terapêuticas, sugerindo uma tendência para interrupção mais precoce do tratamento em contextos económicos mais favorecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma consistente, todos os indicadores socioeconómicos analisados, incluindo PIB, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), rendimento nacional bruto e despesa em saúde, apontaram para uma relação entre maior riqueza e menor duração do primeiro b/tsDMARD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, ao nível da atividade da doença no início do tratamento, verificou-se o padrão inverso, ou seja, os doentes em países com menor PIB apresentavam, de forma geral, maior gravidade clínica no momento de início do primeiro ou segundo b/tsDMARD, sobretudo nos casos de artrite psoriática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que existem desigualdades relevantes na abordagem terapêutica destas doenças inflamatórias crónicas, influenciadas pelo contexto socioeconómico dos países. Estes dados sublinham a necessidade de maior atenção por parte de clínicos e decisores de saúde, nomeadamente no que respeita à descontinuação precoce de terapêuticas em países mais ricos e ao início tardio do tratamento, frequentemente associado a maior atividade da doença, em países com menos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42443018/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Tabagismo materno e pessoal aumenta risco de osteoartrose</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/tabagismo-materno-e-pessoal-aumenta-risco-de-osteoartrose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo baseado em dados do UK Biobank demonstra que o tabagismo, tanto durante a gravidez como ao longo da vida, está associado a um aumento significativo do risco de osteoartrose (OA), independentemente da predisposição genética dos indivíduos. A investigação incluiu 321.075 participantes, com idade média de 56 anos e uma maioria feminina (55%), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo baseado em dados do <em>UK Biobank</em> demonstra que o tabagismo, tanto durante a gravidez como ao longo da vida, está associado a um aumento significativo do risco de osteoartrose (OA), independentemente da predisposição genética dos indivíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação incluiu 321.075 participantes, com idade média de 56 anos e uma maioria feminina (55%), todos sem diagnóstico de osteoartrose no início do estudo. Cerca de 29,9% reportaram exposição ao tabagismo materno no período perinatal, enquanto 24,3% eram ex-fumadores e 9,5% fumadores atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do período de seguimento, verificou-se a ocorrência de osteoartrose em múltiplas localizações: 5,8% dos participantes desenvolveram OA do joelho, 3,8% da anca, 2,1% da mão e 16,5% apresentaram osteoartrose global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados evidenciam que tanto o tabagismo materno como o pessoal estão positivamente associados ao risco de OA em todas as localizações analisadas. O risco relativo variou entre 1,08-1,23 para exposição materna e entre 1,18-1,40 para tabagismo pessoal. Além disso, foi observada uma relação dose-dependente entre a carga tabágica (maços-ano) e o risco de osteoartrose, reforçando a plausibilidade biológica desta associação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importa destacar que a suscetibilidade genética, avaliada através de <em>score </em>de risco poligénico, não alterou de forma significativa estas associações, sugerindo que o impacto do tabagismo no desenvolvimento de osteoartrose é consistente, independentemente do risco genético individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes achados reforçam o papel do tabagismo como um fator de risco modificável para a osteoartrose, sublinhando a importância de estratégias de prevenção primária, particularmente dirigidas à cessação tabágica e à proteção da exposição precoce durante a gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://acrjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/acr.80064" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto RheumaFacts: EULAR demonstra disparidades nos cuidados reumatológicos na Europa</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/projeto-rheumafacts-eular-demonstra-disparidades-nos-cuidados-reumatologicos-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR) lançou o projeto RheumaFacts, uma iniciativa destinada a monitorizar e melhorar a qualidade dos cuidados de saúde nesta área. Os primeiros resultados evidenciam desigualdades marcadas no acesso e na qualidade da assistência prestada a pessoas com doenças reumáticas e musculoesqueléticas (DRM) na Europa. Com início em 2024, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A<em> European Alliance of Associations for Rheumatology</em> (EULAR) lançou o projeto <em>RheumaFacts</em>, uma iniciativa destinada a monitorizar e melhorar a qualidade dos cuidados de saúde nesta área. Os primeiros resultados evidenciam desigualdades marcadas no acesso e na qualidade da assistência prestada a pessoas com doenças reumáticas e musculoesqueléticas (DRM) na Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com início em 2024, esta primeira edição do <em>RheumaFacts</em> analisou dados de 36 dos 40 países membros da EULAR, combinando informação recolhida junto das sociedades nacionais de reumatologia com dados demográficos e económicos provenientes de bases internacionais, como a Organização Mundial da Saúde e o Banco Mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados evidenciam uma grande variabilidade na capacidade de resposta dos sistemas de saúde. A densidade de reumatologistas, por exemplo, varia entre 0,8 e 6,6 por 100.000 habitantes, com uma mediana de 2,9, refletindo desigualdades relevantes no acesso a especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também o acesso a cuidados não farmacológicos permanece limitado em muitos países. Embora a fisioterapia seja comparticipada em 72% dos países analisados, o apoio psicológico está disponível em apenas 39%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito ao tratamento farmacológico, o estudo mostra que, apesar de 94% dos países disponibilizarem todos os fármacos antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs) sintéticos convencionais, persistem lacunas no acesso a terapêuticas mais avançadas. Apenas 34% dos países têm acesso a todos os DMARDs biológicos e cerca de metade (51%) disponibiliza todos os DMARDs sintéticos direcionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes dados sublinham desigualdades transnacionais importantes, tanto ao nível dos recursos humanos como do financiamento e acesso aos cuidados. Segundo os autores, o <em>RheumaFacts</em> constitui a primeira base harmonizada para monitorizar estas disparidades, permitindo à EULAR e às sociedades científicas nacionais acompanhar a evolução dos indicadores e apoiar decisões políticas que promovam melhores cuidados e qualidade de vida para as pessoas com DRM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0003496726003432?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reumatologia em Portugal: ciência, inovação e colaboração no centro do debate </title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/reumatologia-em-portugal-ciencia-inovacao-e-colaboracao-no-centro-do-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Congresso Português de Reumatologia é, acima de tudo, um espaço de encontro, partilha de conhecimento e construção de novas parcerias” afirma Fernando Pimentel dos Santos, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, ao enquadrar a edição de 2026 do congresso nacional, que decorre entre 14 e 17 de outubro, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“O Congresso Português de Reumatologia é, acima de tudo, um espaço de encontro, partilha de conhecimento e construção de novas parcerias” afirma <strong>Fernando Pimentel dos Santos</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, ao enquadrar a edição de 2026 do congresso nacional, que decorre entre 14 e 17 de outubro, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada. Sob o tema central “Inovação em Reumatologia”, o encontro pretende destacar “os avanços que têm vindo a transformar o diagnóstico, a monitorização e o tratamento das doenças reumáticas”, promovendo simultaneamente a discussão sobre a sua aplicação prática e o impacto real na vida dos doentes. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais são os pontos de destaque deste evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando Pimentel dos Santos (FPS) </strong>| O Congresso Português de Reumatologia 2026 terá como tema central &#8220;Inovação em Reumatologia&#8221;, refletindo os avanços que têm vindo a transformar o diagnóstico, a monitorização e o tratamento das doenças reumáticas. Mais do que apresentar as mais recentes inovações científicas e tecnológicas, pretendemos discutir de que forma estas podem ser implementadas na prática clínica e chegar efetivamente aos doentes, garantindo um acesso mais equitativo às melhores opções de diagnóstico e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa científico cobre todas as grandes áreas da Reumatologia e inclui temas particularmente atuais, como a obesidade e o papel dos agonistas dos recetores GLP-1 nas doenças reumáticas, as doenças sistémicas, as vasculites, as espondilartrites, a fibromialgia e a apresentação de casos clínicos de exceção. Realizar-se-ão ainda cursos pré-congresso dedicada existência de um programa especificamente dirigido aos médicos de Medicina Geral e Familiar, cujo papel é fundamental para promover o diagnóstico precoce e uma referenciação mais atempada para a Reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, o congresso incluirá também um programa dedicado à literacia em saúde para pessoas com doenças reumáticas, desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra as Doenças reumáticas, em parceria com associações de doentes, reforçando o seu papel como parceiros ativos nos cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente ao programa científico, será dada especial atenção à promoção do exercício físico como um dos pilares da prevenção e do tratamento das doenças reumáticas, através de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Federação Portuguesa de Atletismo, reforçando uma visão da Reumatologia centrada na pessoa, na promoção da saúde e na melhoria da qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destaco igualmente a forte componente internacional do congresso, refletida na colaboração com sociedades científicas europeias, com os países de língua oficial portuguesa e com a PANLAR. A realização do congresso nos Açores simboliza precisamente esta vocação de construir pontes entre a Europa, África e as Américas, promovendo a cooperação científica e o desenvolvimento da Reumatologia a nível internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quais são as principais necessidades ou lacunas no âmbito da Reumatologia que este evento procura colmatar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FPS | </strong>Apesar dos extraordinários avanços alcançados na Reumatologia nas últimas décadas, continuam a existir desafios importantes relacionados com o diagnóstico precoce, a referenciação atempada para especialistas de Reumatologia e a implementação das mais recentes recomendações clínicas. O congresso constitui, por isso, uma oportunidade privilegiada para atualizar conhecimentos, discutir novas guidelines, critérios de classificação e estratégias terapêuticas baseadas na melhor evidência científica disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro objetivo central é reforçar a articulação entre os reumatologistas e os profissionais de outras especialidades, em particular da Medicina Geral e Familiar, contribuindo para melhorar os circuitos de referenciação e reduzir o tempo até ao diagnóstico e ao início do tratamento. Paralelamente, serão apresentadas algumas das principais iniciativas estratégicas da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, nomeadamente a nova versão do Programa Nacional de Luta contra as Doenças Reumáticas v2, a proposta da Rede Nacional de Referenciação em Reumatologia e a visão para o futuro do Reuma.pt e da <em>ARP Rheumatology</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Considerando os mais recentes avanços no diagnóstico e nas terapêuticas biológicas, como é que o programa irá integrar essas inovações?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FPS | </strong>A inovação é o eixo transversal de todo o congresso. Ao longo das diferentes sessões serão apresentados os mais recentes avanços nas terapêuticas biológicas e nas pequenas moléculas, na medicina de precisão, nos biomarcadores, na imagiologia e nas estratégias de tratamento personalizado, bem como a sua aplicação às diferentes doenças reumáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tema será particularmente desenvolvido na conferência inaugural, que reunirá especialistas nacionais e internacionais para discutir o impacto da inovação na prática clínica, na qualidade de vida das pessoas com doenças reumáticas e na sustentabilidade dos sistemas de saúde. Para além dos avanços científicos, o debate centrar-se-á também nos desafios do acesso e da equidade, procurando identificar soluções que permitam transformar o conhecimento científico em benefícios concretos para os doentes. Noutro momento, há lugar para uma conferência sobre como reforçar a competitividade de Portugal na investigação clínica em Reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que mensagem final gostaria de transmitir relativamente ao evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FPS | </strong>O Congresso Português de Reumatologia é, acima de tudo, um espaço de encontro, partilha de conhecimento e construção de novas parcerias. Reúne reumatologistas de todo o país, médicos internos, investigadores, especialistas de áreas afins, médicos de Medicina Geral e Familiar e representantes de associações de doentes, promovendo uma abordagem multidisciplinar e integrada das doenças reumáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa ambição é que este congresso contribua para melhorar a qualidade dos cuidados prestados às pessoas com doenças reumáticas e para reforçar a afirmação da Reumatologia portuguesa, tanto a nível nacional como internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda a todas as informações do congresso <a href="https://www.spreumatologia.pt/evento-xxviii-cpr-congresso-portugues-de-reumatologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> e faça a sua inscrição <a href="https://eventbase.pt/EventBase/Inscricoes/PaginaInscricaoIndividual.aspx?Params=RXZlbnRvSUQ9MTUzMA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Save the date: 15th International Congress on Spondyloarthritides</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/save-the-date-15th-international-congress-on-spondyloarthritides/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O International Congress on Spondyloarthritides realiza a sua 15.ª edição entre 3 e 5 de setembro de 2026, na cidade de Ghent, na Bélgica, reunindo especialistas de todo o mundo na área das doenças reumáticas inflamatórias. O evento afirma-se como um dos principais fóruns internacionais dedicados às espondiloartrites.&#160; O congresso reúne especialistas, investigadores, profissionais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <em>International Congress on Spondyloarthritides</em> realiza a sua 15.ª edição entre 3 e 5 de setembro de 2026, na cidade de Ghent, na Bélgica, reunindo especialistas de todo o mundo na área das doenças reumáticas inflamatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento afirma-se como um dos principais fóruns internacionais dedicados às espondiloartrites.&nbsp; O congresso reúne especialistas, investigadores, profissionais de saúde e representantes da indústria farmacêutica, promovendo uma abordagem multidisciplinar às espondiloartrites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa científico inclui sessões sobre investigação básica e clínica, genética, imagiologia e novas abordagens terapêuticas, bem como debates sobre temas controversos e apresentações de trabalhos científicos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações sobre o evento <a href="https://spa-congress.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artrite psoriásica em Portugal: 3,7% dos doentes têm doença de difícil tratamento</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/artrite-psoriasica-em-portugal-37-dos-doentes-tem-doenca-de-dificil-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214947</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional baseado em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt) concluiu que entre 0,9% e 3,7% dos doentes com artrite psoriásica apresentam uma forma de difícil tratamento, evidenciando a necessidade de estratégias terapêuticas mais eficazes e personalizadas. A investigação analisou 1873 doentes e utilizou duas definições distintas para classificar a artrite psoriásica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional baseado em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt) concluiu que entre 0,9% e 3,7% dos doentes com artrite psoriásica apresentam uma forma de difícil tratamento, evidenciando a necessidade de estratégias terapêuticas mais eficazes e personalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou 1873 doentes e utilizou duas definições distintas para classificar a artrite psoriásica de difícil tratamento (APs D2T). De acordo com os critérios adotados, 3,7% dos doentes foram classificados como D2T na definição mais abrangente (falha de dois ou mais fármacos biológicos ou sintéticos dirigidos com mecanismos diferentes), enquanto apenas 0,9% preencheram critérios mais restritivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que os doentes com APs de difícil tratamento tendem a desenvolver sintomas mais cedo, com início médio aos 37,5 anos, comparativamente com 41,4 anos nos restantes casos. Também o diagnóstico ocorre mais precocemente. Estes doentes apresentam ainda maior probabilidade de ter envolvimento poliarticular, entesite e diagnóstico de depressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado relevante é a maior atividade da doença logo nas fases iniciais do tratamento. Os doentes que evoluíram para formas mais difíceis apresentavam, desde cedo, um maior número de articulações dolorosas e edemaciadas, bem como pontuações mais elevadas no índice DAPSA, indicador da atividade da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais preditores identificados para a necessidade de múltiplas linhas terapêuticas destacam-se o fenótipo poliarticular, o número de articulações edemaciadas no início do seguimento e a duração do tratamento com o primeiro fármaco biológico ou sintético dirigido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estes doentes apresentam não só maior atividade inflamatória, como também taxas mais elevadas de descontinuação terapêutica, reforçando o desafio clínico que representam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo contribui para uma melhor caracterização da artrite psoriásica de difícil tratamento em Portugal e poderá ajudar a identificar precocemente os doentes com maior risco, permitindo uma abordagem terapêutica mais dirigida e eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40714189/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Estudo nacional alerta que adultos com artrite idiopática juvenil apresentam elevada carga de comorbilidades</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-nacional-alerta-que-adultos-com-artrite-idiopatica-juvenil-apresentam-elevada-carga-de-comorbilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional baseado em dados do Reuma.pt demonstra que adultos com artrite idiopática juvenil (AIJ) de longa duração apresentam uma carga significativa de comorbilidades, com destaque para a hipertensão, as doenças psiquiátricas e a osteoporose. A investigação, que analisou uma coorte de 748 doentes, maioritariamente do sexo feminino (65,6%), com uma idade mediana de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional baseado em dados do Reuma.pt demonstra que adultos com artrite idiopática juvenil (AIJ) de longa duração apresentam uma carga significativa de comorbilidades, com destaque para a hipertensão, as doenças psiquiátricas e a osteoporose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, que analisou uma coorte de 748 doentes, maioritariamente do sexo feminino (65,6%), com uma idade mediana de 27,7 anos e uma duração mediana da doença de 20,6 anos, teve como objetivo caracterizar a prevalência e incidência de comorbilidades nesta população, ainda pouco estudada na idade adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os subtipos de AIJ, a forma oligoarticular foi a mais frequente, representando 29,9% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que as doenças autoimunes apresentaram a maior taxa de incidência, com 7,1 novos casos por 1.000 pessoas-ano. Seguiram-se a hipertensão, com 5,1/1.000 pessoas-ano, e as doenças psiquiátricas, com 4,0/1.000 pessoas-ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito à prevalência, a hipertensão destacou-se como a comorbilidade mais comum, afetando 9% dos doentes. As doenças psiquiátricas surgem em segundo lugar (8%), seguidas pela osteoporose (5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos achados mais relevantes do estudo prende-se com o impacto da terapêutica. O uso de fármacos biológicos esteve associado a uma redução significativa do risco de doença psiquiátrica (OR= 0,38; p=0,03).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, não foi encontrada qualquer associação significativa entre este tipo de terapêutica e o risco de malignidade ou infeções, um dado importante no contexto da segurança destes tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que os doentes com AIJ de longa duração desenvolvem frequentemente comorbilidades ao longo da vida adulta, sublinhando a importância de um acompanhamento clínico contínuo e multidisciplinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao <em>papper </em><a href="https://www.clinexprheumatol.org/abstract.asp?a=23365" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Remissão precoce: tratar cedo e de forma eficaz desde o início</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/remissao-precoce-tratar-cedo-e-de-forma-eficaz-desde-o-inicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reumatologista e professora da NOVA Medical School, Ana Rodrigues, destacou o conceito de “janela de oportunidade”, centrado na “remissão desde o primeiro dia que aparecem sintomas” na 24.ª Reunião da Primavera da SPAIC. Para a especialista, o essencial não é apenas tratar cedo, mas eficazmente desde o início, evitando abordagens menos intensivas por se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A reumatologista e professora da NOVA Medical School, <strong>Ana Rodrigues</strong>, destacou o conceito de “janela de oportunidade”, centrado na “remissão desde o primeiro dia que aparecem sintomas” na 24.ª Reunião da Primavera da SPAIC. Para a especialista, o essencial não é apenas tratar cedo, mas eficazmente desde o início, evitando abordagens menos intensivas por se tratar de fases iniciais. Assista ao vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Remissão precoce: tratar cedo, bem e de forma eficaz desde o início" src="https://player.vimeo.com/video/1186943232?h=bdd009adb9&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A especialista reconhece que seria desejável intervir o mais precocemente possível, “idealmente antes de desenvolver doenças”, no entanto, refere que na Reumatologia “ainda não temos medicamentos seguros o suficiente para identificar quem é que está em risco de começar [a desenvolver uma] doença e tratar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de remissão assume um papel central na sua reflexão, sendo descrita como um conceito “complexo”, que ultrapassa “não só da perspetiva do doente e clínica, mas também biológica, subclínica”. Acrescenta ainda que, quanto mais estritos forem os critérios de remissão, melhor o controlo da doença e menor a necessidade de medicação, uma vez que há “menos probabilidade do doente entrar em atividade e conseguimos a dose mínima eficaz de fármacos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da evolução conceptual, reconhece que “os critérios são sobretudo clínicos” e que os registos continuam a assentar em definições clássicas de remissão. Em Reumatologia, a remissão é composta por três dimensões: “A opinião do doente, o exame objetivo do médico e a inflamação medida nas análises com a proteína C reativa”. Ainda assim, sublinha que a prática atual já vai além desses critérios formais, incorporando ferramentas mais avançadas, como os “conceitos iconográficos, subclínicos e até microscópicos”, incluindo dados de imagem e biópsias para decisões terapêuticas mais precisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Rodrigues enquadra a evolução dos tratamentos biológicos na Alergologia ao afirmar que a especialidade se encontra “na fase das definições e redefinições, com um objetivo de <em>treat-to-target</em>”, à semelhança do que aconteceu com a Reumatologia nos anos 2000. Reconhece, contudo, que tanto a Alergologia como a Reumatologia ainda não atingiram o nível de personalização da Oncologia em termos de “Medicina personalizada e de precisão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destaca ainda a necessidade de uniformização conceptual, pois “quando falarem de remissão, todos devem estar a falar do mesmo conceito”, sublinhando que só assim é possível gerar dados robustos e melhorar a comunicação com os doentes. “Só assim é que nós reunimos dados robustos suficientes para poder informar o nosso doente”, reforçando que a padronização de definições é essencial para orientar decisões terapêuticas e expectativas realistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorreu em Tomar, no dia 18 de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Peniche recebe 3.º Congresso Português de Reumatologia Pediátrica</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/peniche-recebe-3-o-congresso-portugues-de-reumatologia-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peniche é o palco do 3.º Congresso Português de Reumatologia Pediátrica. O evento decorre no Hotel MH Atlântico, entre os dias 30 de setembro e 1 de outubro de 2026, reunindo profissionais de saúde de diferentes especialidades envolvidos no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de crianças e adolescentes com patologias músculo-esqueléticas e doenças reumáticas. Mais informações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Peniche é o palco do 3.º Congresso Português de Reumatologia Pediátrica. O evento decorre no Hotel MH Atlântico, entre os dias 30 de setembro e 1 de outubro de 2026, reunindo profissionais de saúde de diferentes especialidades envolvidos no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de crianças e adolescentes com patologias músculo-esqueléticas e doenças reumáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações sobre o evento <a href="https://spp.pt/eventos/default.asp?ida=50807" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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