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	<title>My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
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	<title>My Reumatologia</title>
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		<title>Save the date: 17.º Curso de Reumatologia Prática em Cuidados de Saúde Primários ocorre em setembro de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa é palco do 17.º Curso de Reumatologia Prática em Cuidados de Saúde Primários, uma iniciativa formativa dedicada à atualização de conhecimentos na área da Reumatologia aplicada ao contexto dos Cuidados de Saúde Primários. O evento ocorre nos dias 23 e 24 de setembro de 2027, no Hotel VIP Executive Entrecampos, reunindo profissionais de saúde [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Lisboa é palco do 17.º Curso de Reumatologia Prática em Cuidados de Saúde Primários, uma iniciativa formativa dedicada à atualização de conhecimentos na área da Reumatologia aplicada ao contexto dos Cuidados de Saúde Primários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorre nos dias 23 e 24 de setembro de 2027, no Hotel VIP Executive Entrecampos, reunindo profissionais de saúde interessados em aprofundar competências clínicas e práticas no diagnóstico e acompanhamento de doenças reumáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção do curso está a cargo de Fernando Pimentel Santos e de Pedro de Moura Reis como secretário do curso. A iniciativa pretende reforçar a articulação entre a Reumatologia e os Cuidados de Saúde Primários, promovendo uma abordagem mais precoce, eficaz e integrada das patologias músculo-esqueléticas, que representam uma das principais causas de incapacidade na população adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda a mais informações <a href="https://www.prismedica.pt/event/18o-curso-de-reumatologia-pratica-em-cuidados-de-saude-primarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Estudo com mais de 5 milhões de grávidas associa doenças autoimunes a complicações na gravidez</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-com-mais-de-5-milhoes-de-gravidas-associa-doencas-autoimunes-a-complicacoes-na-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um vasto estudo de coorte realizado no Reino Unido concluiu que mulheres com doenças autoimunes apresentam, de forma consistente, um risco aumentado de várias complicações durante a gravidez e no período perinatal, embora com diferenças significativas consoante a doença autoimune em causa. A investigação analisou dados de 5,2 milhões de gravidezes registadas no Clinical Practice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um vasto estudo de coorte realizado no Reino Unido concluiu que mulheres com doenças autoimunes apresentam, de forma consistente, um risco aumentado de várias complicações durante a gravidez e no período perinatal, embora com diferenças significativas consoante a doença autoimune em causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou dados de 5,2 milhões de gravidezes registadas no <em>Clinical Practice Research Datalink</em> (CPRD), complementados com mais de 2,4 milhões de partos registados em bases hospitalares (HES), entre 2000 e 2022. No total, foram avaliadas 17 doenças autoimunes e 12 desfechos relacionados com a gravidez, incluindo complicações pré-natais, obstétricas e de saúde mental perinatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exemplos mais marcantes, destacam-se riscos significativamente elevados de pré-eclâmpsia e hipertensão gestacional em mulheres com diabetes tipo 1, aumento de aborto espontâneo associado à síndrome de Sjögren e maior probabilidade de parto prematuro em casos de artrite reumatoide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram observados riscos aumentados de recém-nascidos pequenos para a idade gestacional em mulheres com lúpus eritematoso sistémico, bem como maior probabilidade de cesariana em doentes com doença inflamatória intestinal. Em paralelo, várias doenças autoimunes mostraram associação com problemas de saúde mental no período perinatal, incluindo níveis mais elevados de ansiedade e depressão, particularmente em casos de miastenia gravis, esclerose múltipla e lúpus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo identificou ainda algumas associações inversas, como menor ocorrência de certos desfechos em subgrupos específicos, incluindo algumas formas de esclerose sistémica e esclerose múltipla, embora estes resultados tenham sido menos consistentes após correções estatísticas rigorosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conclusão, os autores sublinham que as doenças autoimunes estão associadas a um risco globalmente mais elevado de complicações na gravidez, mas com grande heterogeneidade entre patologias. O estudo reforça a necessidade de uma avaliação clínica individualizada na vigilância da gravidez em mulheres com doenças autoimunes, de forma a antecipar riscos e melhorar os cuidados materno-fetais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42169116/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estudo português demonstra ligação entre envolvimento neurológico e maior gravidade na doença de Sjögren</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/estudo-portugues-demonstra-ligacao-entre-envolvimento-neurologico-e-maior-gravidade-na-doenca-de-sjogren/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional concluiu que o envolvimento neurológico na doença de Sjögren é relativamente raro, afetando cerca de 5% dos doentes analisados. A investigação, baseada no registo português PORTRESS, analisou dados de 1234 doentes e procurou caracterizar a frequência, os tipos de manifestações neurológicas e os fatores associados. De acordo com os resultados, 3,7% dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional concluiu que o envolvimento neurológico na doença de Sjögren é relativamente raro, afetando cerca de 5% dos doentes analisados. A investigação, baseada no registo português PORTRESS, analisou dados de 1234 doentes e procurou caracterizar a frequência, os tipos de manifestações neurológicas e os fatores associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os resultados, 3,7% dos doentes apresentaram envolvimento do sistema nervoso periférico (SNP) e 1,4% do sistema nervoso central (SNC), sendo que apenas um paciente apresentou ambos. Apesar da baixa prevalência, os casos com manifestações neurológicas revelaram maior gravidade da doença, evidenciada por níveis mais elevados do índice ESSDAI, maior incidência de crioglobulinemia, vasculite cutânea e gamopatia monoclonal, bem como uma taxa de mortalidade superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo identificou ainda fatores associados de forma independente ao envolvimento neurológico. A crioglobulinemia e um ESSDAI basal mais elevado destacaram-se como preditores gerais. No caso do envolvimento do SNP, verificou-se associação com idade mais avançada no início dos sintomas, linfopenia e características inflamatórias e vasculíticas. Já o envolvimento do SNC mostrou um perfil distinto, estando ligado ao sexo masculino e a uma idade mais jovem no momento do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estas diferenças reforçam a necessidade de avaliar separadamente o envolvimento do sistema nervoso periférico e central. Além disso, os resultados podem contribuir para uma melhor identificação dos doentes que necessitam de vigilância neurológica mais apertada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, os investigadores alertam que, devido ao número limitado de casos, estes achados devem ser interpretados com cautela e confirmados em estudos futuros com amostras mais amplas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42639025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Investigadores criam ferramenta inédita para medir sintomas cognitivos no lúpus</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/investigadores-criam-ferramenta-inedita-para-medir-sintomas-cognitivos-no-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa internacional de investigadores desenvolveu e validou, pela primeira vez, uma escala específica para medir a chamada “névoa mental” em pessoas com lúpus eritematoso sistémico (LES), um sintoma cognitivo frequentemente descrito como incapacitante pelos doentes. O novo instrumento, designado Lupus Brain Fog Severity Scale (LBFSS), surge como a primeira medida de desfecho reportada diretamente [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa internacional de investigadores desenvolveu e validou, pela primeira vez, uma escala específica para medir a chamada “névoa mental” em pessoas com lúpus eritematoso sistémico (LES), um sintoma cognitivo frequentemente descrito como incapacitante pelos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo instrumento, designado <em>Lupus Brain Fog Severity Scale</em> (LBFSS), surge como a primeira medida de desfecho reportada diretamente pelos próprios doentes focada nos sintomas cognitivos associados ao LES. Estes sintomas, que incluem dificuldades de concentração, memória e clareza mental, têm vindo a ganhar reconhecimento pelo seu impacto significativo na qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento da LBFSS seguiu uma abordagem internacional em várias etapas, envolvendo tanto profissionais de saúde como doentes. Numa fase inicial, 147 participantes de 39 países descreveram livremente a sua experiência com a névoa mental, permitindo identificar 21 domínios distintos de sintomas. Após avaliação de relevância, 13 desses domínios foram selecionados e convertidos em itens de autoavaliação, tendo a escala sido posteriormente refinada com base no feedback contínuo de pacientes e médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A validação final contou com uma amostra de 378 doentes provenientes de 36 países. Os resultados demonstraram uma elevada consistência interna (α de Cronbach de 0,95) e uma estrutura unidimensional robusta, capaz de explicar mais de 62% da variabilidade dos sintomas. Além disso, os participantes que relataram névoa mental apresentaram pontuações significativamente mais elevadas, confirmando a capacidade da escala em distinguir diferentes níveis de gravidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores observaram ainda correlações relevantes entre os resultados da LBFSS e o impacto funcional dos sintomas, bem como uma forte concordância com outras medidas já existentes de défices cognitivos percebidos. A capacidade discriminativa do instrumento revelou-se elevada, reforçando a sua utilidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a equipa responsável, a LBFSS representa um avanço importante na avaliação dos sintomas cognitivos no LES, podendo vir a facilitar tanto o acompanhamento clínico como o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. O instrumento é descrito como válido, fiável e de fácil aplicação, abrindo caminho para uma melhor compreensão de um dos aspetos mais negligenciados desta doença crónica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42442803/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://myreumatologia.pt/atualidade/investigadores-criam-ferramenta-inedita-para-medir-sintomas-cognitivos-no-lupus/">Investigadores criam ferramenta inédita para medir sintomas cognitivos no lúpus</a> appeared first on <a href="https://myreumatologia.pt">My Reumatologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Para além do fenómeno de Raynaud: o desafio do diagnóstico precoce na esclerose sistémica</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/para-alem-do-fenomeno-de-raynaud-o-desafio-do-diagnostico-precoce-na-esclerose-sistemica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:33:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alteração da cor das mãos pode parecer uma queixa inofensiva do dia a dia, mas na verdade é, na maioria dos casos, o primeiro grande sinal de alerta de uma doença complexa e potencialmente silenciosa: a esclerose sistémica. Para compreender os desafios desta patologia e a urgência de um diagnóstico que pode prevenir a falência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Alteração da cor das mãos pode parecer uma queixa inofensiva do dia a dia, mas na verdade é, na maioria dos casos, o primeiro grande sinal de alerta de uma doença complexa e potencialmente silenciosa: a esclerose sistémica. Para compreender os desafios desta patologia e a urgência de um diagnóstico que pode prevenir a falência de órgãos vitais, a News Farma esteve à conversa com <strong>Tânia Santiago</strong>, Reumatologista na Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra. Nesta entrevista, a especialista alerta para os sinais clínicos que a comunidade médica não deve ignorar, reforça o impacto transformador da referenciação precoce e explica por que razão o combate a esta doença multissistémica exige, mais do que nunca, um esforço multidisciplinar. Leia a entrevista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>News Farma (NF) | Quais são os principais sinais clínicos que devem levantar a suspeita de esclerose sistémica?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tânia Santiago (TS) |</strong> O primeiro sinal de alerta é, na maioria dos casos, o fenómeno de Raynaud.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este sinal de alerta é caracterizado por episódios de vasoconstrição das arteriosas levando a mudança de cor dos dedos (palidez, brancos para azuis/roxos e mais tarde vermelhos/rubor) habitualmente desencadeados pelo frio ou pelo stress.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas podem surgir outros sinais para os quais deveremos estar particularmente atentos, como por exemplo: edema difuso dos dedos (“puffy fingers”) ou das mãos (“puffy hands”), espessamento da pele, telangiectasias, úlceras digitais (ver fotos). Pode ainda surgir refluxo gastroesofágico ou outras manifestações digestivas, falta de ar, tosse persistente, cansaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos práticos, o fenómeno de Raynaud que surgem depois dos 30 anos em associação a manifestações de órgão (pele, pulmonar, cardíaco, renal e gastrointestinal) deve motivar investigação dirigida e referenciação para Reumatologia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>NF | De que forma o reconhecimento e a referenciação precoce podem alterar o prognóstico dos doentes com esclerose sistémica?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TS |</strong> O diagnóstico precoce é particularmente importante porque a esclerose sistémica pode provocar lesão de órgãos internos antes de as manifestações clínicas serem muito evidentes. Uma referenciação atempada permite confirmar o diagnóstico, estratificar o risco e pesquisar precocemente o envolvimento pulmonar, cardíaco, renal e gastrointestinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto permite iniciar tratamentos imunosupressores antes de ocorrer uma deterioração irreversível, além de identificar rapidamente complicações potencialmente graves. Portanto, mais do que esperar por um quadro clínico completo, é importante reconhecer os sinais de alerta e encaminhar o doente numa fase inicial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>NF | Porque é importante uma abordagem multidisciplinar no acompanhamento do doente com esclerose sistémica?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TS |</strong> Porque estamos perante uma doença multissistémica, que pode afetar simultaneamente a pele, pulmões, coração, rins, aparelho gastrointestinal e sistema vascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reumatologista tem um papel central, mas o acompanhamento destes doentes pode envolver Pneumologia, Cardiologia, Nefrologia, Gastrenterologia, Dermatologia, Medicina Interna, Enfermagem, Medicina Física e Reabilitação&nbsp; e outras áreas, de acordo com as manifestações de cada doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta abordagem permite uma avaliação integrada, uma monitorização sistemática dos órgãos de risco e uma intervenção mais rápida quando surgem complicações. É também importante individualizar o seguimento destas pessoas: nem todos os doentes apresentam o mesmo padrão de doença ou o mesmo risco de progressão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>NF | Qual é a principal mensagem que deixaria à comunidade médica para reconhecer esta doença mais precocemente?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TS |</strong> A principal mensagem seria: não desvalorizar um fenómeno de Raynaud de início depois dos 30 anos de idade, sobretudo quando existem outras manifestações associadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante olhar para o conjunto dos sinais e não para cada manifestação isoladamente. O fenómeno de Raynaud associado a dedos difusamente inchados, alterações na pele, telangiectasias, úlceras digitais ou alterações na capilaroscopia deve levantar a suspeita de esclerose sistémica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento precoce e a referenciação para Reumatologia podem permitir diagnosticar a doença numa fase em que ainda é possível prevenir ou limitar a progressão do envolvimento de órgãos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Summer School of Rheumatology 2026: formar com ciência, prática e proximidade</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/summer-school-of-rheumatology-2026-formar-com-ciencia-pratica-e-proximidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2026 da Summer School of Rheumatology consolidou-se como um espaço de excelência na formação de internos, aliando ciência, prática clínica e partilha de conhecimento num ambiente de proximidade e colaboração. Promovida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a iniciativa contou com o empenho da comissão organizadora: Fernando Pimentel-Santos, presidente da SPR, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 da <em>Summer School of Rheumatology</em> consolidou-se como um espaço de excelência na formação de internos, aliando ciência, prática clínica e partilha de conhecimento num ambiente de proximidade e colaboração. Promovida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a iniciativa contou com o empenho da comissão organizadora: Fernando Pimentel-Santos, presidente da SPR, e Mary Lucy Marques, vogal da direção, responsáveis pela coordenação científica e organização, bem como Patrícia Pinto, tesoureira da SPR, a cargo da organização local. Em entrevista à News Farma, a comissão organizadora partilha a visão, os objetivos e o impacto desta formação. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais foram os propósitos clínicos e pedagógicos desta formação e como deverão refletir-se no quotidiano dos formandos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comissão Organizadora (CO) |</strong> A edição de 2026 da <em>Summer School of Rheumatology</em> foi pensada com um objetivo muito claro: proporcionar aos internos de Reumatologia uma formação cientificamente rigorosa e atual, mas simultaneamente muito orientada para a prática clínica. Na escolha das palestras procurámos privilegiar temas e questões com aplicação no quotidiano do reumatologista, desde desafios diagnósticos e decisões terapêuticas à utilização e interpretação de exames complementares. O objetivo não foi apenas transmitir conhecimento, mas contribuir para que esse conhecimento pudesse ser aplicado perante situações clínicas concretas. Esta orientação esteve presente em temas tão diversos como a abordagem da doença pulmonar intersticial, a gravidez nas doenças do tecido conjuntivo, abordagem da fadiga no lúpus eritematoso sistémico ou a utilização e interpretação de diferentes métodos de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurámos também que os internos assumissem um papel ativo na sua própria formação. Tiveram a possibilidade de submeter previamente casos clínicos, dos quais foram selecionados três, com base na sua relevância e qualidade, para apresentação e discussão durante a <em>Summer School</em>. O programa contou ainda com <em>workshops</em> práticos dedicados ao exame objetivo reumatológico e à avaliação do líquido sinovial e identificação de cristais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, procurámos conjugar três dimensões que consideramos essenciais na formação: conhecimento científico atualizado, aplicação à decisão clínica e treino prático de competências. Esta abordagem visou dotar de maior segurança e autonomia os formandos perante os desafios da prática clínica diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | De que forma este curso de verão pretendeu colmatar as atuais lacunas dentro da Reumatologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A <em>Summer School</em> não pretende substituir os grandes congressos científicos, mas oferecer aquilo que, pela sua dimensão, estes dificilmente conseguem proporcionar: proximidade, interação, aprendizagem prática e espaço para discutir. O número deliberadamente limitado de participantes permite criar um ambiente mais próximo e familiar, com maior contacto entre internos e formadores, mais oportunidades para colocar questões e discutir dificuldades e um acompanhamento mais individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo muito concreto foi o dos <em>workshops</em>. O <em>feedback</em> dos internos foi particularmente positivo e vários participantes referiram nunca terem tido, durante o seu internato, formação estruturada especificamente dedicada ao exame objetivo reumatológico. Este é um dado que nos deve fazer refletir. Numa especialidade em que dispomos de métodos de imagem e outras ferramentas diagnósticas cada vez mais sofisticadas, é fundamental não deixar perder competências clínicas que estão na essência da Reumatologia. O mesmo se aplica à observação do líquido sinovial e à identificação de cristais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quisemos criar também esse espaço de aprendizagem <em>hands-on</em>, difícil de proporcionar nos formatos convencionais de formação. É precisamente nesta complementaridade entre inovação científica e valorização das competências clínicas fundamentais que vemos um dos principais contributos da <em>Summer School</em> para a formação dos futuros reumatologistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Como se antevê que esta iniciativa reforce futuras colaborações entre diferentes países no exercício da Reumatologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A dimensão internacional faz parte da identidade da <em>Summer School</em>. Esta não foi a primeira edição da iniciativa e Portugal já tinha tido a oportunidade de a acolher anteriormente, nomeadamente em 2018, na sua 4.ª edição, em Lisboa, então com a participação de Espanha entre os países envolvidos. Em 2026, reunimos 54 internos de Reumatologia de cinco países europeus (Portugal, França, Itália, Alemanha e Áustria), tendo a Áustria participado pela primeira vez nesta edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta dimensão internacional estendeu-se também aos formadores. Na sua seleção procurámos aliar a <em>expertise</em> reconhecida nas diferentes áreas científicas à representatividade dos vários países envolvidos, promovendo uma verdadeira partilha de conhecimento e de diferentes perspetivas sobre a prática da Reumatologia. Esta diversidade permitiu partilhar experiências, modelos de formação e formas de abordar problemas clínicos que, apesar das diferentes realidades nacionais, são muitas vezes comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspetos que consideramos particularmente importantes foi a possibilidade de <em>networking</em> a diferentes níveis: entre os próprios internos, entre internos e formadores e também entre os próprios formadores. O formato mais reduzido e próximo favoreceu naturalmente estas interações. Os <em>workshops</em>, os intervalos, o jantar e as conversas informais criaram oportunidades para trocar experiências e ideias para além das sessões científicas, momentos em que frequentemente surgem novas ideias e começam futuras colaborações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperamos que os contactos criados no Porto possam manter-se para além do evento e traduzir-se futuramente em projetos científicos, iniciativas formativas e outras formas de cooperação entre os diferentes países.<strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que mensagem fundamental gostaria de deixar a propósito da edição de 2026 da <em>Summer School</em>?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A mensagem fundamental que gostaríamos de deixar é que formar bons reumatologistas exige mais do que transmitir conhecimento científico. Exige criar oportunidades para discutir, questionar, treinar competências, aprender com os outros e conhecer diferentes formas de exercer a nossa especialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 reuniu 54 jovens reumatologistas de cinco países num ambiente simultaneamente cientificamente exigente, próximo e informal, tendo como cenário um espaço emblemático da cidade do Porto, a Ordem dos Médicos. Durante três dias, procurámos combinar ciência, discussão, aprendizagem prática e <em>networking</em>; uma filosofia que esteve no centro da <em>Summer School of Rheumatology</em> desde a sua criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperamos que os internos tenham regressado aos seus serviços não apenas com novos conhecimentos e competências, mas também com novos contactos, novas perguntas e uma rede europeia de colegas e mentores a que possam recorrer no futuro. Se as relações criadas entre internos, entre internos e formadores e entre os próprios formadores continuarem para além destes três dias no Porto, esta edição da <em>Summer School</em> terá cumprido um dos seus objetivos mais importantes.</p>
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		<title>Artrite idiopática juvenil associada a elevada carga de comorbilidades na idade adulta em Portugal</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/artrite-idiopatica-juvenil-associada-a-elevada-carga-de-comorbilidades-na-idade-adulta-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional, publicado no Clinical and Experimental Rheumatology, aborda o impacto a longo prazo da artrite idiopática juvenil (AIJ), destacando uma elevada prevalência e incidência de comorbilidades em adultos que vivem com a doença desde a infância. A investigação, baseada em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt), analisou uma coorte de 748 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional, publicado no <em>Clinical and Experimental Rheumatology</em>, aborda o impacto a longo prazo da artrite idiopática juvenil (AIJ), destacando uma elevada prevalência e incidência de comorbilidades em adultos que vivem com a doença desde a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, baseada em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt), analisou uma coorte de 748 doentes adultos com AIJ, dos quais 65,6% eram mulheres. A idade mediana dos participantes foi de 27,7 anos, com uma duração média da doença superior a duas décadas (20,6 anos), evidenciando o caráter crónico e prolongado desta condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os subtipos de AIJ, a forma oligoarticular destacou-se como a mais comum, representando quase um terço dos casos (29,9%). No entanto, o principal foco do estudo foi a carga de comorbilidades associadas à doença ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que as doenças autoimunes apresentam a maior taxa de incidência, com 7,1 novos casos por cada 1.000 pessoas-ano. Seguem-se a hipertensão arterial (5,1/1.000 pessoas-ano) e as doenças psiquiátricas (4,0/1.000 pessoas-ano). Em termos de prevalência, a hipertensão surge como a condição mais frequente (9%), seguida das perturbações psiquiátricas (8%) e da osteoporose (5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo avaliou ainda o impacto das terapêuticas utilizadas, nomeadamente os fármacos modificadores da doença biológicos. Foi observada uma associação significativa entre o uso destes medicamentos e a redução do risco de doença psiquiátrica, sugerindo um possível benefício adicional além do controlo da inflamação. Importa destacar que não foram encontradas associações relevantes entre estas terapêuticas e o aumento do risco de malignidade ou infeção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estes dados reforçam a necessidade de uma abordagem clínica abrangente e multidisciplinar na gestão de adultos com AIJ, com especial atenção à monitorização e prevenção de comorbilidades ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo contribui para um melhor entendimento das consequências a longo prazo da artrite idiopática juvenil, alertando para a importância de estratégias de acompanhamento contínuo e personalizado destes doentes na idade adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41841673/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Novas diretrizes internacionais ampliam orientação terapêutica para manifestações raras do lúpus</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/novas-diretrizes-internacionais-ampliam-orientacao-terapeutica-para-manifestacoes-raras-do-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um consórcio internacional de especialistas publicou novas diretrizes clínicas para o tratamento de manifestações raras do lúpus eritematoso sistémico (LES). O trabalho foi divulgado na The Lancet e resulta da colaboração entre a European Reference Network on Connective Tissue and Musculoskeletal Diseases, o Systemic Lupus International Collaborating Clinics e a European Lupus Society. Tradicionalmente, as [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um consórcio internacional de especialistas publicou novas diretrizes clínicas para o tratamento de manifestações raras do lúpus eritematoso sistémico (LES). O trabalho foi divulgado na <em>The Lancet</em> e resulta da colaboração entre a <em>European Reference Network on Connective Tissue and Musculoskeletal Diseases</em>, o <em>Systemic Lupus International Collaborating Clinics</em> e a <em>European Lupus Society</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, as diretrizes para o LES concentram-se no envolvimento dos órgãos mais comuns, como rins, pele e sistema nervoso central. No entanto, muitas manifestações raras permanecem pouco estudadas, deixando médicos sem orientação clara baseada em evidência robusta. Para responder a esse desafio, 77 especialistas internacionais reuniram-se para desenvolver estratégias terapêuticas consensuais para 22 manifestações raras adicionais da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as condições abordadas estão complicações graves como hemorragia pulmonar difusa, formas cutâneas raras, bem como manifestações renais menos comuns, como nefrite intersticial e podocitopatia lúpica. O documento também inclui recomendações para manifestações neurológicas raras, como coreia, neuropatia de pequenas fibras, catatonia e hipertensão intracraniana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as novas diretrizes abrangem manifestações gastrointestinais pouco frequentes e complicações musculoesqueléticas, como miosite e artropatia de Jaccoud. Outras condições analisadas incluem uveíte, angioedema associado a anticorpos anti-inibidor de C1, cistite intersticial e mastite lúpica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, estas estratégias não substituem recomendações baseadas em ensaios clínicos, mas fornecem um enquadramento essencial para a tomada de decisão em cenários onde a evidência científica é limitada ou inexistente. O objetivo é apoiar os especialistas em todo o mundo na abordagem de casos complexos, promovendo maior uniformidade e qualidade nos cuidados prestados a doentes com LES.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42648304/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Lisboa recebe as XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/lisboa-recebe-as-xxxiv-jornadas-internacionais-do-instituto-portugues-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia realizam-se nos dias 19 e 20 de novembro de 2026, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, reunindo profissionais de saúde e especialistas dedicados à área da reumatologia. No âmbito da iniciativa, encontra-se aberta a submissão de resumos científicos, sendo o prazo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia realizam-se nos dias 19 e 20 de novembro de 2026, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, reunindo profissionais de saúde e especialistas dedicados à área da reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da iniciativa, encontra-se aberta a submissão de resumos científicos, sendo o prazo limite fixado para o dia 25 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia afirmam-se, assim, como um ponto de encontro privilegiado para a comunidade médica, promovendo a troca de experiências e o avanço do conhecimento na área da Reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.integratedresolutions.com/jornadas-ipr" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Curso Avançado de Vasculites Sistémicas reforça formação médica especializada</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/curso-avancado-de-vasculites-sistemicas-reforca-formacao-medica-especializada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Curso Avançado de Vasculites Sistémicas decorre em formato b-learning, com a componente online a realizar-se entre 9 de outubro e 18 de dezembro. A sessão presencial está agendada para o dia 16 de janeiro de 2027. A formação centra-se no diagnóstico e na abordagem terapêutica das vasculites sistémicas, um grupo de patologias complexas. Trata-se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Curso Avançado de Vasculites Sistémicas decorre em formato <em>b-learning</em>, com a componente <em>online</em> a realizar-se entre 9 de outubro e 18 de dezembro. A sessão presencial está agendada para o dia 16 de janeiro de 2027. A formação centra-se no diagnóstico e na abordagem terapêutica das vasculites sistémicas, um grupo de patologias complexas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de uma iniciativa formativa integrada na Academia FORMI, que aposta na atualização científica e na qualificação dos profissionais de saúde na área das doenças autoimunes, promovida pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao evento <a href="https://academiaformi.spmi.pt/cursos/curso-avancado-de-vasculites-sistemicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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