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	<title>Luis Paiva, Author at My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Sep 2026 13:43:22 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Luis Paiva, Author at My Reumatologia</title>
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		<title>Summer School of Rheumatology 2026: formar com ciência, prática e proximidade</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/summer-school-of-rheumatology-2026-formar-com-ciencia-pratica-e-proximidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2026 da Summer School of Rheumatology consolidou-se como um espaço de excelência na formação de internos, aliando ciência, prática clínica e partilha de conhecimento num ambiente de proximidade e colaboração. Promovida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a iniciativa contou com o empenho da comissão organizadora: Fernando Pimentel-Santos, presidente da SPR, e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 da <em>Summer School of Rheumatology</em> consolidou-se como um espaço de excelência na formação de internos, aliando ciência, prática clínica e partilha de conhecimento num ambiente de proximidade e colaboração. Promovida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a iniciativa contou com o empenho da comissão organizadora: Fernando Pimentel-Santos, presidente da SPR, e Mary Lucy Marques, vogal da direção, responsáveis pela coordenação científica e organização, bem como Patrícia Pinto, tesoureira da SPR, a cargo da organização local. Em entrevista à News Farma, a comissão organizadora partilha a visão, os objetivos e o impacto desta formação. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais foram os propósitos clínicos e pedagógicos desta formação e como deverão refletir-se no quotidiano dos formandos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comissão Organizadora (CO) |</strong> A edição de 2026 da <em>Summer School of Rheumatology</em> foi pensada com um objetivo muito claro: proporcionar aos internos de Reumatologia uma formação cientificamente rigorosa e atual, mas simultaneamente muito orientada para a prática clínica. Na escolha das palestras procurámos privilegiar temas e questões com aplicação no quotidiano do reumatologista, desde desafios diagnósticos e decisões terapêuticas à utilização e interpretação de exames complementares. O objetivo não foi apenas transmitir conhecimento, mas contribuir para que esse conhecimento pudesse ser aplicado perante situações clínicas concretas. Esta orientação esteve presente em temas tão diversos como a abordagem da doença pulmonar intersticial, a gravidez nas doenças do tecido conjuntivo, abordagem da fadiga no lúpus eritematoso sistémico ou a utilização e interpretação de diferentes métodos de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurámos também que os internos assumissem um papel ativo na sua própria formação. Tiveram a possibilidade de submeter previamente casos clínicos, dos quais foram selecionados três, com base na sua relevância e qualidade, para apresentação e discussão durante a <em>Summer School</em>. O programa contou ainda com <em>workshops</em> práticos dedicados ao exame objetivo reumatológico e à avaliação do líquido sinovial e identificação de cristais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, procurámos conjugar três dimensões que consideramos essenciais na formação: conhecimento científico atualizado, aplicação à decisão clínica e treino prático de competências. Esta abordagem visou dotar de maior segurança e autonomia os formandos perante os desafios da prática clínica diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | De que forma este curso de verão pretendeu colmatar as atuais lacunas dentro da Reumatologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A <em>Summer School</em> não pretende substituir os grandes congressos científicos, mas oferecer aquilo que, pela sua dimensão, estes dificilmente conseguem proporcionar: proximidade, interação, aprendizagem prática e espaço para discutir. O número deliberadamente limitado de participantes permite criar um ambiente mais próximo e familiar, com maior contacto entre internos e formadores, mais oportunidades para colocar questões e discutir dificuldades e um acompanhamento mais individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo muito concreto foi o dos <em>workshops</em>. O <em>feedback</em> dos internos foi particularmente positivo e vários participantes referiram nunca terem tido, durante o seu internato, formação estruturada especificamente dedicada ao exame objetivo reumatológico. Este é um dado que nos deve fazer refletir. Numa especialidade em que dispomos de métodos de imagem e outras ferramentas diagnósticas cada vez mais sofisticadas, é fundamental não deixar perder competências clínicas que estão na essência da Reumatologia. O mesmo se aplica à observação do líquido sinovial e à identificação de cristais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quisemos criar também esse espaço de aprendizagem <em>hands-on</em>, difícil de proporcionar nos formatos convencionais de formação. É precisamente nesta complementaridade entre inovação científica e valorização das competências clínicas fundamentais que vemos um dos principais contributos da <em>Summer School</em> para a formação dos futuros reumatologistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Como se antevê que esta iniciativa reforce futuras colaborações entre diferentes países no exercício da Reumatologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A dimensão internacional faz parte da identidade da <em>Summer School</em>. Esta não foi a primeira edição da iniciativa e Portugal já tinha tido a oportunidade de a acolher anteriormente, nomeadamente em 2018, na sua 4.ª edição, em Lisboa, então com a participação de Espanha entre os países envolvidos. Em 2026, reunimos 54 internos de Reumatologia de cinco países europeus (Portugal, França, Itália, Alemanha e Áustria), tendo a Áustria participado pela primeira vez nesta edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta dimensão internacional estendeu-se também aos formadores. Na sua seleção procurámos aliar a <em>expertise</em> reconhecida nas diferentes áreas científicas à representatividade dos vários países envolvidos, promovendo uma verdadeira partilha de conhecimento e de diferentes perspetivas sobre a prática da Reumatologia. Esta diversidade permitiu partilhar experiências, modelos de formação e formas de abordar problemas clínicos que, apesar das diferentes realidades nacionais, são muitas vezes comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspetos que consideramos particularmente importantes foi a possibilidade de <em>networking</em> a diferentes níveis: entre os próprios internos, entre internos e formadores e também entre os próprios formadores. O formato mais reduzido e próximo favoreceu naturalmente estas interações. Os <em>workshops</em>, os intervalos, o jantar e as conversas informais criaram oportunidades para trocar experiências e ideias para além das sessões científicas, momentos em que frequentemente surgem novas ideias e começam futuras colaborações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperamos que os contactos criados no Porto possam manter-se para além do evento e traduzir-se futuramente em projetos científicos, iniciativas formativas e outras formas de cooperação entre os diferentes países.<strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que mensagem fundamental gostaria de deixar a propósito da edição de 2026 da <em>Summer School</em>?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CO |</strong> A mensagem fundamental que gostaríamos de deixar é que formar bons reumatologistas exige mais do que transmitir conhecimento científico. Exige criar oportunidades para discutir, questionar, treinar competências, aprender com os outros e conhecer diferentes formas de exercer a nossa especialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2026 reuniu 54 jovens reumatologistas de cinco países num ambiente simultaneamente cientificamente exigente, próximo e informal, tendo como cenário um espaço emblemático da cidade do Porto, a Ordem dos Médicos. Durante três dias, procurámos combinar ciência, discussão, aprendizagem prática e <em>networking</em>; uma filosofia que esteve no centro da <em>Summer School of Rheumatology</em> desde a sua criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperamos que os internos tenham regressado aos seus serviços não apenas com novos conhecimentos e competências, mas também com novos contactos, novas perguntas e uma rede europeia de colegas e mentores a que possam recorrer no futuro. Se as relações criadas entre internos, entre internos e formadores e entre os próprios formadores continuarem para além destes três dias no Porto, esta edição da <em>Summer School</em> terá cumprido um dos seus objetivos mais importantes.</p>
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		<title>Artrite idiopática juvenil associada a elevada carga de comorbilidades na idade adulta em Portugal</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/artrite-idiopatica-juvenil-associada-a-elevada-carga-de-comorbilidades-na-idade-adulta-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo nacional, publicado no Clinical and Experimental Rheumatology, aborda o impacto a longo prazo da artrite idiopática juvenil (AIJ), destacando uma elevada prevalência e incidência de comorbilidades em adultos que vivem com a doença desde a infância. A investigação, baseada em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt), analisou uma coorte de 748 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo nacional, publicado no <em>Clinical and Experimental Rheumatology</em>, aborda o impacto a longo prazo da artrite idiopática juvenil (AIJ), destacando uma elevada prevalência e incidência de comorbilidades em adultos que vivem com a doença desde a infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, baseada em dados do Registo Português de Doenças Reumáticas (Reuma.pt), analisou uma coorte de 748 doentes adultos com AIJ, dos quais 65,6% eram mulheres. A idade mediana dos participantes foi de 27,7 anos, com uma duração média da doença superior a duas décadas (20,6 anos), evidenciando o caráter crónico e prolongado desta condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os subtipos de AIJ, a forma oligoarticular destacou-se como a mais comum, representando quase um terço dos casos (29,9%). No entanto, o principal foco do estudo foi a carga de comorbilidades associadas à doença ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que as doenças autoimunes apresentam a maior taxa de incidência, com 7,1 novos casos por cada 1.000 pessoas-ano. Seguem-se a hipertensão arterial (5,1/1.000 pessoas-ano) e as doenças psiquiátricas (4,0/1.000 pessoas-ano). Em termos de prevalência, a hipertensão surge como a condição mais frequente (9%), seguida das perturbações psiquiátricas (8%) e da osteoporose (5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo avaliou ainda o impacto das terapêuticas utilizadas, nomeadamente os fármacos modificadores da doença biológicos. Foi observada uma associação significativa entre o uso destes medicamentos e a redução do risco de doença psiquiátrica, sugerindo um possível benefício adicional além do controlo da inflamação. Importa destacar que não foram encontradas associações relevantes entre estas terapêuticas e o aumento do risco de malignidade ou infeção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estes dados reforçam a necessidade de uma abordagem clínica abrangente e multidisciplinar na gestão de adultos com AIJ, com especial atenção à monitorização e prevenção de comorbilidades ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo contribui para um melhor entendimento das consequências a longo prazo da artrite idiopática juvenil, alertando para a importância de estratégias de acompanhamento contínuo e personalizado destes doentes na idade adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41841673/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novas diretrizes internacionais ampliam orientação terapêutica para manifestações raras do lúpus</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/novas-diretrizes-internacionais-ampliam-orientacao-terapeutica-para-manifestacoes-raras-do-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um consórcio internacional de especialistas publicou novas diretrizes clínicas para o tratamento de manifestações raras do lúpus eritematoso sistémico (LES). O trabalho foi divulgado na The Lancet e resulta da colaboração entre a European Reference Network on Connective Tissue and Musculoskeletal Diseases, o Systemic Lupus International Collaborating Clinics e a European Lupus Society. Tradicionalmente, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um consórcio internacional de especialistas publicou novas diretrizes clínicas para o tratamento de manifestações raras do lúpus eritematoso sistémico (LES). O trabalho foi divulgado na <em>The Lancet</em> e resulta da colaboração entre a <em>European Reference Network on Connective Tissue and Musculoskeletal Diseases</em>, o <em>Systemic Lupus International Collaborating Clinics</em> e a <em>European Lupus Society</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, as diretrizes para o LES concentram-se no envolvimento dos órgãos mais comuns, como rins, pele e sistema nervoso central. No entanto, muitas manifestações raras permanecem pouco estudadas, deixando médicos sem orientação clara baseada em evidência robusta. Para responder a esse desafio, 77 especialistas internacionais reuniram-se para desenvolver estratégias terapêuticas consensuais para 22 manifestações raras adicionais da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as condições abordadas estão complicações graves como hemorragia pulmonar difusa, formas cutâneas raras, bem como manifestações renais menos comuns, como nefrite intersticial e podocitopatia lúpica. O documento também inclui recomendações para manifestações neurológicas raras, como coreia, neuropatia de pequenas fibras, catatonia e hipertensão intracraniana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as novas diretrizes abrangem manifestações gastrointestinais pouco frequentes e complicações musculoesqueléticas, como miosite e artropatia de Jaccoud. Outras condições analisadas incluem uveíte, angioedema associado a anticorpos anti-inibidor de C1, cistite intersticial e mastite lúpica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, estas estratégias não substituem recomendações baseadas em ensaios clínicos, mas fornecem um enquadramento essencial para a tomada de decisão em cenários onde a evidência científica é limitada ou inexistente. O objetivo é apoiar os especialistas em todo o mundo na abordagem de casos complexos, promovendo maior uniformidade e qualidade nos cuidados prestados a doentes com LES.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42648304/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lisboa recebe as XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/lisboa-recebe-as-xxxiv-jornadas-internacionais-do-instituto-portugues-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia realizam-se nos dias 19 e 20 de novembro de 2026, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, reunindo profissionais de saúde e especialistas dedicados à área da reumatologia. No âmbito da iniciativa, encontra-se aberta a submissão de resumos científicos, sendo o prazo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia realizam-se nos dias 19 e 20 de novembro de 2026, no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, reunindo profissionais de saúde e especialistas dedicados à área da reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da iniciativa, encontra-se aberta a submissão de resumos científicos, sendo o prazo limite fixado para o dia 25 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As XXXIV Jornadas Internacionais do Instituto Português de Reumatologia afirmam-se, assim, como um ponto de encontro privilegiado para a comunidade médica, promovendo a troca de experiências e o avanço do conhecimento na área da Reumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.integratedresolutions.com/jornadas-ipr" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curso Avançado de Vasculites Sistémicas reforça formação médica especializada</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/curso-avancado-de-vasculites-sistemicas-reforca-formacao-medica-especializada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Curso Avançado de Vasculites Sistémicas decorre em formato b-learning, com a componente online a realizar-se entre 9 de outubro e 18 de dezembro. A sessão presencial está agendada para o dia 16 de janeiro de 2027. A formação centra-se no diagnóstico e na abordagem terapêutica das vasculites sistémicas, um grupo de patologias complexas. Trata-se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Curso Avançado de Vasculites Sistémicas decorre em formato <em>b-learning</em>, com a componente <em>online</em> a realizar-se entre 9 de outubro e 18 de dezembro. A sessão presencial está agendada para o dia 16 de janeiro de 2027. A formação centra-se no diagnóstico e na abordagem terapêutica das vasculites sistémicas, um grupo de patologias complexas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de uma iniciativa formativa integrada na Academia FORMI, que aposta na atualização científica e na qualificação dos profissionais de saúde na área das doenças autoimunes, promovida pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao evento <a href="https://academiaformi.spmi.pt/cursos/curso-avancado-de-vasculites-sistemicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lúpus eritematoso sistémico em idade pediátrica: um verdadeiro &#8220;camaleão clínico&#8221;</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/opiniao/lupus-eritematoso-sistemico-em-idade-pediatrica-um-verdadeiro-camaleao-clinico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214859</guid>

					<description><![CDATA[<p>A propósito do Dia Mundial do Lúpus, a reumatologista pediátrica Filipa Oliveira Ramos, da ULS Santa Maria e Professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, chama a atenção para a dificuldade em reconhecer atempadamente o lúpus eritematoso sistémico (LES) com início em idade pediátrica. Entre sintomas vagos e apresentações clínicas diversas, o diagnóstico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A propósito do Dia Mundial do Lúpus, a reumatologista pediátrica <strong>Filipa Oliveira Ramos</strong>, da ULS Santa Maria e Professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, chama a atenção para a dificuldade em reconhecer atempadamente o lúpus eritematoso sistémico (LES) com início em idade pediátrica. Entre sintomas vagos e apresentações clínicas diversas, o diagnóstico pode atrasar-se com impacto direto no prognóstico. “O LES juvenil é um verdadeiro camaleão clínico e esse disfarce custa tempo que estas crianças não têm”, sublinha, alertando para a urgência de maior suspeição clínica e resposta precoce. Leia o artigo da especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O LES&nbsp; com início em idade pediátrica é uma doença reumática imunomediada rara, mas potencialmente grave, que pode afetar múltiplos órgãos. Apesar dos avanços na medicina, o atraso no diagnóstico continua a ser uma realidade com consequências que não se recuperam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas iniciais são muitas vezes inespecíficos: fadiga, febre, dores articulares, lesões cutâneas. São facilmente confundidos com doenças mais comuns e podem ser desvalorizados numa fase inicial. O LES juvenil é um camaleão clínico, e isso custa tempo que estes doentes não têm.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais tarde se inicia o tratamento, maior o risco de dano acumulado em órgãos como o rim ou o sistema nervoso. Hoje temos tratamentos muito eficazes, capazes de controlar a doença e melhorar significativamente o prognóstico, sobretudo quando iniciados antes de existir dano já instalado. Reduzir este tempo até ao diagnóstico é, por isso, um objetivo crítico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a inteligência artificial e os sistemas de apoio à decisão clínica têm emergido como ferramentas promissoras. Através da análise de grandes volumes de dados, conseguem identificar padrões subtis: consultas repetidas, combinações laboratoriais sugestivas, sintomas fragmentados que não tinham sido vistos em conjunto. Não substituem o julgamento clínico. Funcionam como amplificador da suspeição, num contexto em que a suspeita de base é naturalmente baixa pela raridade da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a tecnologia não chega. Outro ponto crítico é a literacia, de pais, professores e profissionais de saúde. Cansaço persistente que não melhora, febre sem causa aparente, dores ou inchaço nas articulações, manchas na pele, sobretudo no rosto, queda de cabelo ou alterações na urina: nenhum destes sinais, isoladamente, faz o diagnóstico. Mas quando persistem ou se acumulam, não devem ser desvalorizados. Não se pede naturalmente que os pais, professores ou outros profissionais de saúde façam o diagnóstico. Pede-se que não normalizem o que não é normal e que encaminhem estes doentes para a Reumatologia Pediátrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diagnosticar mais cedo exige melhor formação, maior atenção clínica, uso criterioso da tecnologia e uma sociedade mais informada. É neste equilíbrio que está a oportunidade de mudar o curso da doença para muitas crianças.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>LupusGPT: ferramenta pioneira melhora acesso à informação sobre lúpus em vários idiomas</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/lupusgpt-ferramenta-pioneira-melhora-acesso-a-informacao-sobre-lupus-em-varios-idiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myreumatologia.pt/?p=214853</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma nova ferramenta de inteligência artificial, designada LupusGPT, está a ser destacada pela comunidade científica internacional como um avanço relevante na forma como os doentes com lúpus e os profissionais de saúde acedem a informação fiável sobre a doença. Descrita num artigo publicado na revista The Lancet Rheumatology, a plataforma foi desenvolvida com o objetivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma nova ferramenta de inteligência artificial, designada LupusGPT, está a ser destacada pela comunidade científica internacional como um avanço relevante na forma como os doentes com lúpus e os profissionais de saúde acedem a informação fiável sobre a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descrita num artigo publicado na revista <em>The Lancet Rheumatology</em>, a plataforma foi desenvolvida com o objetivo de disponibilizar conteúdos baseados em evidência científica, em linguagem acessível e em vários idiomas, procurando reduzir barreiras linguísticas e combater a desinformação numa patologia complexa e heterogénea como o lupus eritematoso sistémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto resulta de uma colaboração entre médicos, investigadores e doentes, integrando princípios de co-criação e validação contínua dos conteúdos. Segundo os autores, a ferramenta já demonstrou capacidade para responder a dezenas de milhares de questões em diferentes países, evidenciando o seu potencial de escalabilidade e utilidade clínica e educativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores sublinham que o LupusGPT não substitui a consulta médica, mas pode funcionar como um complemento educativo, ajudando doentes a compreender melhor sintomas, tratamentos e cuidados associados à doença, bem como apoiando decisões informadas em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a ferramenta <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanrhe/article/PIIS2665-9913(25)00370-4/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Depressão em doentes com lúpus eritematoso sistémico associada a múltiplos fatores de risco clínicos e sociais</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/depressao-em-doentes-com-lupus-eritematoso-sistemico-associada-a-multiplos-fatores-de-risco-clinicos-e-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma revisão sistemática recente, que incluiu 26 estudos observacionais e 8.960 doentes adultos com lúpus eritematoso sistémico (LES), reforça a elevada carga de saúde mental associada à doença, demonstrando que a depressão é uma comorbilidade frequente e resulta da interação de múltiplos fatores clínicos, demográficos e psicossociais. A análise estatística permitiu identificar um conjunto consistente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão sistemática recente, que incluiu 26 estudos observacionais e 8.960 doentes adultos com lúpus eritematoso sistémico (LES), reforça a elevada carga de saúde mental associada à doença, demonstrando que a depressão é uma comorbilidade frequente e resulta da interação de múltiplos fatores clínicos, demográficos e psicossociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise estatística permitiu identificar um conjunto consistente de fatores associados a maior risco de depressão, ainda que com heterogeneidade entre estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais fatores de risco destacam-se condições socioeconómicas adversas, como dificuldades económicas (OR 6,05), desemprego (OR 3,06) e menor escolaridade (OR 2,21). Do ponto de vista clínico, sobressaem o uso de doses elevadas de glicocorticoides (OR 7,72), maior atividade da doença (OR 3,15), presença de comorbilidades (OR 2,20), tabagismo (OR 3,17) e maior intensidade de fadiga (OR 1,23 por unidade de aumento).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, a idade mais jovem surgiu associada a maior risco de depressão (OR 1,97), sugerindo uma vulnerabilidade particular em fases mais precoces da vida adulta com doença sistémica ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que, apesar da robustez global dos resultados, foi observada heterogeneidade significativa entre estudos, parcialmente explicada por diferenças geográficas e pelos instrumentos utilizados na avaliação da depressão. Foi ainda detetado viés de publicação, embora sem impacto relevante nas conclusões após análises de sensibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista clínico, os resultados reforçam a importância de uma abordagem multidisciplinar no LES, integrando a avaliação sistemática da saúde mental na prática reumatológica e internista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência agora consolidada aponta para a necessidade de estratégias de intervenção precoce e personalizadas, com o objetivo de reduzir o impacto funcional e prognóstico da depressão nesta população clínica complexa. Aceda ao estudo completo <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12960599/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>EULAR 2026: maior congresso europeu de doenças reumáticas regressa a Londres</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/eular-2026-maior-congresso-europeu-de-doencas-reumaticas-regressa-a-londres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O congresso anual da European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR) regressa em 2026 como um dos principais encontros científicos internacionais dedicados às doenças reumáticas e músculo-esqueléticas. O evento decorre entre 3 e 6 de junho de 2026, no centro de exposições ExCeL London, no Reino Unido. Sob o lema de integrar ciência de ponta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O congresso anual da <em>European Alliance of Associations for Rheumatology</em> (EULAR) regressa em 2026 como um dos principais encontros científicos internacionais dedicados às doenças reumáticas e músculo-esqueléticas. O evento decorre entre 3 e 6 de junho de 2026, no centro de exposições <em>ExCeL London</em>, no Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob o lema de integrar ciência de ponta com prática clínica, o programa científico prevê mais de 170 sessões dedicadas a investigação básica, translacional e clínica, bem como formatos interativos como <em>workshops</em> práticos e sessões de discussão com especialistas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://congress.eular.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>XLVI Curso de Reumatologia ocorre em fevereiro de 2026</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/xlvi-curso-de-reumatologia-ocorre-em-fevereiro-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dev.myreumatologia.pt/?p=214489</guid>

					<description><![CDATA[<p>O XLVI Curso de Reumatologia: Ciência na Prática 2026 ocorre nos dias 26 e 27 de fevereiro, em formato online, promovendo a atualização de médicos que acompanham doentes com patologias reumáticas fora de centros especializados. Destinado a especialistas que lidam com a doença reumática, o curso foca-se na tradução da evidência científica para a prática [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O XLVI Curso de Reumatologia: Ciência na Prática 2026 ocorre nos dias 26 e 27 de fevereiro, em formato online, promovendo a atualização de médicos que acompanham doentes com patologias reumáticas fora de centros especializados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destinado a especialistas que lidam com a doença reumática, o curso foca-se na tradução da evidência científica para a prática clínica, com partilha de experiências, discussão interativa de casos reais e formação prática centrada nas necessidades do doente reumático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso é organizado pela Associação de Reumatologia de Coimbra (ARCo), constituída por profissionais do Serviço de Reumatologia da Unidade Local de Saúde de Coimbra,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais do evento <a href="https://nortemedico.pt/xlvi-curso-de-reumatologia-ciencia-na-pratica-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
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