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	<title>Carolina Ajuda, Author at My Reumatologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Reumatologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças reumatológicas.</description>
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	<title>Carolina Ajuda, Author at My Reumatologia</title>
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		<title>“Em prol da formação, capacitação e divulgação de conhecimentos na área da Reumatologia”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 07:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), o Dr. António Vilar esteve presente nas Jornadas de Primavera que este ano incidiram sobre as miosites. Em entrevista, o representante da sociedade destacou o papel desta e outras atividades desenvolvidas em prol da formação. Veja o depoimento em vídeo. “Esta é mais uma das atividades que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214323" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/cfee1df0aef1bf88281266898fc4ff19.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/cfee1df0aef1bf88281266898fc4ff19.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/cfee1df0aef1bf88281266898fc4ff19-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/cfee1df0aef1bf88281266898fc4ff19-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), o <strong>Dr. António Vilar</strong> esteve presente nas Jornadas de Primavera que este ano incidiram sobre as miosites. Em entrevista, o representante da sociedade destacou o papel desta e outras atividades desenvolvidas em prol da formação. Veja o depoimento em vídeo.</p>
<p><span id="more-509"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/832571968?h=026796dfd2&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="“Em prol da formação, capacitação e divulgação de conhecimentos na área da Reumatologia”" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture"></iframe></p>
<p>“Esta é mais uma das atividades que a sociedade tem desenvolvido em prol da formação, capacitação e divulgação de conhecimentos na área da Reumatologia”, destaca o Dr. António Vilar, frisando que as Jornadas da Primavera são habitualmente monotemáticas, com a discussão de temas “que caracterizam a especialidade e que são menos difundidas nas grandes reuniões”.</p>
<p>Sobre o tema deste ano, o presidente da SPR refere que “as miosites são uma área muito diferenciada da Reumatologia e tiveram nas jornadas o foco fundamental”, trazendo, por isso, “informação acrescida e especializada que foi tratada com mais profundidade”.</p>
<p>“Cumprir a nossa missão e dar visibilidade à SPR”, reitera o Dr. António Vilar como objetivo primordial a colocar em prática.</p>
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		<title>SPR quer programa nacional para reduzir incapacidade destas doenças</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/spr-quer-programa-nacional-para-reduzir-incapacidade-destas-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 07:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) alertou para a urgência de criar um Programa Nacional para reduzir a incapacidade das doenças reumáticas, uma das primeiras causas de reforma antecipada em Portugal. O presidente da SPR, Dr. António Vilar, citado em comunicado, recorda que a incapacidade associada às doenças reumáticas musculoesqueléticas “aumentou 45 % nos últimos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214320" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/a786836489dab4f04d53706ec376ba50.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/a786836489dab4f04d53706ec376ba50.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/a786836489dab4f04d53706ec376ba50-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/a786836489dab4f04d53706ec376ba50-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) alertou para a urgência de criar um Programa Nacional para reduzir a incapacidade das doenças reumáticas, uma das primeiras causas de reforma antecipada em Portugal.</p>
<p><span id="more-506"></span></p>
<p>O presidente da SPR, Dr. António Vilar, citado em comunicado, recorda que a incapacidade associada às doenças reumáticas musculoesqueléticas “aumentou 45 % nos últimos 20 anos, sobretudo devido à osteoporose e também ao aumento da obesidade, do sedentarismo e envelhecimento da população portuguesa”.</p>
<p>O especialista identifica quatro grandes desafios a que diz ser urgente dar resposta através de um Programa Nacional para as Doenças Reumáticas Musculoesqueléticas, lembrando que estas doenças são “a primeira causa de sofrimento humano e o primeiro motivo de consulta nos maiores de 50 anos nos cuidados primários de saúde”.</p>
<p>A necessidade de aumentar os esforços na promoção de estilos de vida saudáveis e de prevenção, “com um programa transversal entre o existente para as doenças reumáticas musculoesqueléticas e os programas prioritários de estilo de vida do plano Nacional de Saúde”, é um dos desafios apontados.</p>
<p>A este – acrescenta – junta-se a necessidade de “um diagnóstico precoce e tratamento adequado das doenças reumáticas musculoesqueléticas, garantindo equidade e acessibilidade dos cidadãos”, assim como a integração dos cuidados de saúde primários, hospitalares e continuados, “com equipas multidisciplinares para tratar as doenças mais frequentes, como a lombalgia, a osteoartrose, a osteoporose e a patologia periarticular”.</p>
<p>O presidente da SPR alerta ainda para a urgência de “uma prevenção abrangente, com menos acidentes na rua e em casa”, medidas que ajudariam a reduzir o impacto económico das doenças reumáticas musculoesqueléticas.</p>
<p>Em Portugal, sublinha, este impacto “é significativo, quer nos custos diretos, quer indiretos, causando cerca de 50 % das reformas antecipadas no nosso país.”</p>
<p>Tendo em conta os dados do maior estudo epidemiológico nacional, que deu origem a um Registo Nacional, “foi identificada uma doença reumática em mais de metade dos portugueses, que apresentam uma qualidade de vida inferior à da população sem estas patologias e mais problemas de saúde mental”.</p>
<p>E a pandemia, garante o especialista, “pelo confinamento e sedentarismo, vai certamente agravar esta situação”.</p>
<p>O Dr. António Vilar destaca igualmente a artrite reumatoide, considerada “a rainha das doenças inflamatórias crónicas articulares”, pela sua expressão: 50 000 a 70 000 doentes em Portugal, 2,5 milhões nos Estados Unidos e 40 milhões estimados no mundo.</p>
<p>Esta doença é igualmente responsável por “reformas antecipadas, incapacidade temporária prolongada, redução da esperança média de vida e sofrimento”.</p>
<p>“Parafraseando Churchill, ‘nenhuma doença faz sofrer tanto, tanta gente, durante tanto tempo’”, acrescenta.</p>
<p>O Dr. António Vilar diz que não faltam especialistas: “Temos gerações altamente qualificadas de reumatologistas, somos quase 200, dos quais 50 em formação, temos o único centro de excelência reumatológica da Península Ibérica, o maior rácio por especialidade de doutorados e o maior Registo Nacional de doentes”.</p>
<p>No entanto, frisa, apesar da cobertura nacional existente, há ainda vastas áreas do País sem reumatologistas, como o Alentejo, tal como acontece no 2.º maior concelho em população do País (Sintra). Aponta também a falta de reumatologistas em hospitais como o Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra), Santo António (Porto), Matosinhos ou Famalicão.</p>
<p>No ano passado, a Ordem dos Médicos, na posição que divulgou sobre o Plano Nacional de Saúde (PNS) 2021-2030, considerou que o documento estava incompleto, apontando omissões nas áreas da doença renal crónica e das doenças reumáticas musculoesqueléticas.</p>
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		<item>
		<title>Curso Miosites: enriquecimento profissional e uma mais-valia para a prática clínica</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/curso-miosites-enriquecimento-profissional-e-uma-mais-valia-para-a-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 07:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Foi um curso de miopatias inflamatórias que são doenças extremamente raras, mas que podem atingir crianças e adultos.” Palavras da Dr.ª Raquel Marques, coordenadora do Curso Miosites, que se realizou no âmbito das Jornadas de Primavera. Veja as declarações da especialista sobre os moldes do curso. A Dr.ª Raquel Marques destaca que “a possibilidade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214321" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/fd2436c23111d947c615d80fa5115911.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/fd2436c23111d947c615d80fa5115911.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/fd2436c23111d947c615d80fa5115911-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/fd2436c23111d947c615d80fa5115911-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>“Foi um curso de miopatias inflamatórias que são doenças extremamente raras, mas que podem atingir crianças e adultos.” Palavras da <strong>Dr.ª Raquel Marques</strong>, coordenadora do Curso Miosites, que se realizou no âmbito das Jornadas de Primavera. Veja as declarações da especialista sobre os moldes do curso.</p>
<p><span id="more-507"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/832571601?h=adcdcdf25a&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Curso Miosites: enriquecimento profissional e uma mais-valia para a prática clínica" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture"></iframe></p>
<p>A Dr.ª Raquel Marques destaca que “a possibilidade de realizar o curso com muitas especialidades envolvidas”, e considera que “foi ótimo para o enriquecimento enquanto profissionais que tratam estes doentes”.</p>
<p>“Através desta reunião conseguimos perceber qual é o tipo de envolvimento cutâneo que estes doentes têm e qual é o tratamento [mais adequado a cada doente]”, explica a coordenadora do curso, realçando que o facto de ser uma temática menos discutida é uma realidade que está a mudar, uma vez que existem cada vez mais doentes e “torna-se uma mais-valia a realização destes cursos para se mostrar que a doença existe e que sabemos tratá-la”, conclui.</p>
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		<item>
		<title>Multidisciplinaridade: “O futuro da Medicina”</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/entrevistas/multidisciplinaridade-o-futuro-da-medicina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 07:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Curso de Miosites que antecedeu o início das Jornadas de Primavera da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) contou com a perspetivas de diferentes especialidades e áreas. A Dermatologia, representada pela Dr.ª Cláudia Brazão, e a Pneumologia, pela voz do Dr. Nélson Marçal, marcaram presença e falaram com a My Reumatologia, destacando em sinergia a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214322" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/3ddc7c1342202ff1939ae99b11098ec6.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/3ddc7c1342202ff1939ae99b11098ec6.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/3ddc7c1342202ff1939ae99b11098ec6-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/06/3ddc7c1342202ff1939ae99b11098ec6-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O Curso de Miosites que antecedeu o início das Jornadas de Primavera da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) contou com a perspetivas de diferentes especialidades e áreas. A Dermatologia, representada pela <strong>Dr.ª</strong> <strong>Cláudia Brazão</strong>, e a Pneumologia, pela voz do <strong>Dr. Nélson Marçal</strong>, marcaram presença e falaram com a My Reumatologia, destacando em sinergia a importância da multidisciplinaridade. Veja os vídeos.</p>
<p><span id="more-508"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/832571688?h=644b5a8d86&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Multidisciplinaridade: “O futuro da medicina”" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture"></iframe></p>
<p>“As manifestações cutâneas da dermatomiosite são muito heterogéneas e variadas e o seu diagnóstico, por vezes, é difícil quando não temos as manifestações mais típicas”, começa por explicar a Dr.ª Cláudia Brazão. Neste sentido, esclarece que “é importante chamar a atenção, não só a todos os dermatologistas, mas também de todos os colegas que podem estar envolvidos no diagnóstico destas doenças”.</p>
<p>Sobre o envolvimento de diversas especialidades, a Dr.ª Cláudia Brazão frisa que “a multidisciplinaridade é fundamental em todas estas doenças com envolvimento de múltiplos órgãos e sistemas” e conclui que “o doente fica a ganhar, porque se consegue tomar uma decisão em equipa da melhor e mais adequada terapêutica para a globalidade das manifestações clínicas, individualizando para o fenótipo do doente”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/832571750?h=c87e4d9487&amp;title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;speed=0&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" title="Multidisciplinaridade: “O futuro da medicina”" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture"></iframe></p>
<p>Já o Dr. Nélson Marçal refere que, no contexto da Pneumologia, é primordial “chamar um pouco a atenção não só para o diagnóstico, mas também para a prevenção”, uma vez que “a doença intersticial pulmonar é uma causa importante de morbidade e de mortalidade nestes doentes e tem de ser tratada em conjunto”.</p>
<p>“A multidisciplinaridade acaba por ser uma mais-valia para os doentes”, reitera o Dr. Nélson Marçal, acrescentando que “é impossível tratar [o doente] de forma isolada, sem atender à doença principal, ainda que as duas possam ocorrer”. “O futuro da medicina é este: não é trabalhar em isolado, mas em conjunto.”</p>
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		<item>
		<title>Células estaminais: o papel do cordão umbilical no tratamento do lúpus</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/opiniao/celulas-estaminais-o-papel-do-cordao-umbilical-no-tratamento-do-lupus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 10:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Leia o artigo de opinião da Dr.ª Andreia Gomes, diretora técnica e de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da BebéVida, sobre o lúpus, uma doença autoimune que afeta &#8220;oito a 10 vezes mais o sexo feminino&#8221;. O lúpus eritematoso sistémico (LES) é uma doença autoimune em que o sistema imune ataca o próprio corpo em vez de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> Leia o artigo de opinião da Dr.ª Andreia Gomes, diretora técnica e de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da BebéVida, sobre o lúpus, uma doença autoimune que afeta &#8220;oito a 10 vezes mais o sexo feminino&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lúpus eritematoso sistémico (LES) é uma doença autoimune em que o sistema imune ataca o próprio corpo em vez de o proteger. Este ataque por parte do sistema imunitário desencadeia uma inflamação que provoca em dor, calor, vermelhidão e inchaço. O LES é uma doença crónica, ou seja, para a vida toda em que podem ser afetados vários órgãos levando à origem de diversas formas da doença se manifestar. Os sintomas são variáveis e apresenta um amplo leque de gravidade, podendo ter complicações muito graves, que exigem atenção urgente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estatísticas recentes demonstram que o sexo feminino é oito a 10 vezes mais afetado e que as idades mais frequentes para o início do lúpus são entre os 18 e os 55 anos, mas esta doença pode começar em qualquer idade (crianças ou idosos). Na Europa estima-se que 40 em 100 000 pessoas sofrem de LES, embora esta estimativa ainda esteja associada a uma variabilidade substancial. Segundo a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), esta patologia afeta 0,07 % dos portugueses, tipicamente mulheres em idade reprodutiva. Em Portugal, já foram registados cerca de quatro mil casos de lúpus. A sua evolução é incerta, podendo apresentar-se constante durante vários anos, ou evoluir de forma rápida intercalando-se com períodos de remissão. A manifestação clínica desta patologia é variável de doente para doente. Na maioria dos casos (90 %) estão presentes manifestações cutâneas e/ou articulares. Alguns doentes podem apresentar manifestações de maior gravidade, particularmente alterações renais (37 %) ou neuropsiquiátricas (18 %).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical apresentam propriedades imunorreguladoras e exibem efeitos terapêuticos em várias doenças autoimunes, como o lúpus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, vários ensaios clínicos têm sido realizados para perceber o efeito do transplante de células mesenquimais no tratamento desta doença. No ano passado foi publicado um estudo que avaliou a segurança e efeitos das células estaminais mesenquimais de cordão umbilical em doentes com LES, demonstrando que dado o seu perfil de segurança, as células estaminais mesenquimais podem, no futuro, ser uma nova abordagem terapêutica para tratar o lúpus com um melhor perfil de segurança comparação com as terapias atuais. Desta forma, este ensaio clínico de fase 1 sugere que as células estaminais do tecido do cordão umbilical são muito seguras e também apresentarem efeitos benéficos no combate ao lúpus. Os efeitos exercidos das células mesenquimais nas células B e GARP-TGFβ apontam uma nova visão sobre os mecanismos pelos quais estas células estaminais do tecido do cordão umbilical podem combater esta doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terapia atualmente usada para o tratamento do lúpus apresenta como objetivo a indução da remissão, apontando o rápido controlo da atividade da doença. Entre outros, são usados fármacos anti-inflamatórios, não esteróides; corticosteróides (devido às suas propriedades anti-inflamatórias constituem o pilar do tratamento de várias doenças autoimunes sistémicas) e imunossupressores. Neste sentido, caraterísticas como baixa imunogenicidade (ausência de administração de imunossupressores para infusão), capacidade de <em>homing</em>&nbsp;(capacidade de migração para os locais de inflamação após infusão), e principalmente as propriedades imuno-modulatórias (conferindo um ambiente anti-inflamatório) associadas à segurança, à facilidade de infusão e à duração de resposta, tornam as células mesenquimais do tecido do cordão umbilical um excelente alvo terapêutico para doenças autoimunes, nomeadamente o lúpus.</p>
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		<title>SPR lança nova edição do Curso de e-Learning em Reumatologia</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/eventos/spr-lanca-nova-edicao-do-curso-de-e-learning-em-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 07:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) organiza uma nova edição do Curso de e-Learning em Reumatologia, dirigida a médicos internos e especialistas de várias especialidades, com o objetivo de partilhar e debater conhecimentos que visam melhorar a qualidade de vida dos doentes reumáticos. Este curso colaborativo entre a Reumatologia e a Medicina Geral e Familiar, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214318" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/84bd8bd55711fc1be7650ea3945868c3.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/84bd8bd55711fc1be7650ea3945868c3.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/84bd8bd55711fc1be7650ea3945868c3-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/84bd8bd55711fc1be7650ea3945868c3-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) organiza uma nova edição do Curso de e-Learning em Reumatologia, dirigida a médicos internos e especialistas de várias especialidades, com o objetivo de partilhar e debater conhecimentos que visam melhorar a qualidade de vida dos doentes reumáticos.</p>
<p><span id="more-504"></span></p>
<p>Este curso colaborativo entre a Reumatologia e a Medicina Geral e Familiar, terá início a 29 de maio, com o lançamento do primeiro módulo e vai incluir oito módulos disponíveis durante 8 meses. As aulas serão de 60 a 90 minutos em formato digital, à exceção do último módulo que será num formato misto, digital e presencial, a decorrer no Congresso Português de Reumatologia de 2023, a 28 de outubro.</p>
<p>Nesta edição, serão abordados temas como a lombalgia, a dor loco regional dos membros superior e inferior, monoartrite, oligoartrite e poliartrite, manifestações extra-articulares de doenças reumáticas sistémicas, fármacos em Reumatologia e apresentação de casos clínicos. Os médicos que participarem neste curso serão alvo de um teste final sobre todas as temáticas abordadas.&nbsp;</p>
<p>Este curso conta com o patrocínio científico da Ordem dos Médicos e da&nbsp;Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar&nbsp;(APMGF).</p>
<p>Para efetuar a sua inscrição clique <a href="https://www.google.com/url?q=https://elearning-spreumatologia.pt&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1685007227000000&amp;usg=AOvVaw3eOQOVzViJ2hrNRftW5Vuv" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
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		<title>ADL alerta para o impacto da doença com atividades de sensibilização</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/adl-alerta-para-o-impacto-da-doenca-com-atividades-de-sensibilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 07:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214317" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6ef598b10d1539793d4ace8d8b7b613f.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6ef598b10d1539793d4ace8d8b7b613f.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6ef598b10d1539793d4ace8d8b7b613f-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6ef598b10d1539793d4ace8d8b7b613f-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>A propósito do Dia Mundial do Lúpus, que se assinala anualmente a 10 de maio, a Associação de Doentes com Lúpus (ADL) alerta para o impacto que esta patologia tem na vida dos doentes. Para assinalar a efeméride, a ADL promove ao longo do mês de maio várias atividades de sensibilização, entre elas o seu 14.º Encontro Nacional de Doentes com Lúpus, que se realiza a 27 de maio, pelas 9h30 no auditório da Associação Nacional de Farmácias.</p>
<p><span id="more-503"></span></p>
<p>“O lúpus é uma doença que pode, em alguns casos, provocar episódios agudos que podem colocar a vida dos doentes em risco. Não existindo uma cura, é crucial alertar para esta doença, de forma a diagnosticar e tratar mais e melhor”, explica o Dr. Luís Dutschmann, acrescentando: “É precisamente com este objetivo em mente que, enquanto associação de doentes, continuamos a lutar para combater o desconhecimento sobre esta doença, que muitas vezes só é conhecida pelo doente no momento do diagnóstico”.</p>
<p>Também para assinalar a data, a psicóloga, Dr.ª Sofia Silva Ribeiro, e a pintora Helena Lobato, em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e a ADL, organizaram a conferência “Encontro Lúpus”, que se realizou a 13 de maio, na Biblioteca Raul Brandão em Guimarães, e a exposição “(re)Tratar o Lúpus”, inaugurada a 10 de maio e ficará patente até 10 de junho, nos Claustros do Edifício Sede da Câmara Municipal de Guimarães.</p>
<p>“Esta exposição conta com obras provenientes da coleção “Imperfeições”, da pintora Helena Lobato, que têm como objetivo sensibilizar a comunidade para o que é viver com lúpus. A conferência dirige-se a pessoas com lúpus e aos seus familiares e amigos e pretende abordar tópicos importantes para a melhoria da qualidade de vida destes doentes através das intervenções de vários profissionais de saúde”, explica a psicóloga.</p>
<p>O lúpus eritematoso sistémico (LES) é uma doença autoimune, inflamatória e crónica que afeta cerca de cinco milhões de pessoas em todo o mundo, afetando principalmente mulheres em idade fértil. A causa exata da doença não é totalmente compreendida, mas sabe-se que é parcialmente genética, uma vez que mais de 20 % das pessoas com lúpus têm um pai ou irmão com a mesma patologia.&nbsp;Em Portugal, uma vez que não há um registo nacional, estima-se que esta doença possa afetar cerca de 10 mil pessoas.</p>
<p>Não existindo cura para o lúpus, os objetivos do tratamento passam por alcançar e manter a remissão da doença, prevenir agudizações e danos dos órgãos e tecidos do organismo. Se a doença não for tratada de forma atempada e adequada, com recurso a terapêuticas especializadas e próprias, causa uma limitação importante na qualidade e esperança média de vida.</p>
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		<title>Número de doentes com fibromialgia tem aumentado em Portugal</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/numero-de-doentes-com-fibromialgia-tem-aumentado-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 07:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214316" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/9b8bb3eb74bd3cd97bb3679c60950d61.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/9b8bb3eb74bd3cd97bb3679c60950d61.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/9b8bb3eb74bd3cd97bb3679c60950d61-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/9b8bb3eb74bd3cd97bb3679c60950d61-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>De acordo com o estudo de saúde nacional EpiReumaPt, organizado pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia, que teve como objetivos avaliar a prevalência e o impacto na qualidade de vida, função física e saúde mental em Portugal das doenças reumáticas, a prevalência estimada em Portugal da fibromialgia é de 1,7 % (1,3 a 2,1%), sendo mais prevalente no sexo feminino do que no sexo masculino.</p>
<p><span id="more-502"></span></p>
<p>A doença pode associar-se a depressão e/ou ansiedade, e há outras queixas a nível físico que são muito frequentes, como dor abdominal e alterações do trânsito intestinal (no contexto de síndrome do cólon irritável), prurido (comichão), parestesias (sensações de dormência ou formigueiro) e mesmo o fenómeno de Raynaud (alteração da coloração das extremidades, sobretudo dos dedos da mão, com a exposição ao frio, tornando-se pálidos, de cor azulada ou ruborizada).</p>
<p>A Dr.ª Susana Capela, reumatologista do Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Norte pós-graduada em Ciências da Dor, acrescenta: “Tendo em conta que o diagnóstico de fibromialgia é&nbsp;clínico&nbsp;e na maioria dos casos os exames complementares de diagnóstico não demonstram alterações, os doentes podem passar vários anos com sintomas até ao diagnóstico correto. Este atraso no diagnóstico torna mais difícil a resolução dos sintomas, havendo uma maior&nbsp;refratariedade&nbsp;à terapêutica.”</p>
<p>Além disso, também deve ser dada atenção a situações de insónia e alterações do padrão do sono, alterações cognitivas&nbsp;<em>minor</em>, nomeadamente as que se repercutem a nível laboral, e instalação de cansaço crónico que interfira com a qualidade de vida do doente. A abordagem precoce destas situações pode impedir a progressão para fibromialgia, sendo fundamental o diagnóstico precoce.</p>
<p>O tratamento da fibromialgia deve ser holístico e multimodal, intervindo a nível não farmacológico e farmacológico com múltiplos fármacos, de forma a controlar os sintomas. A compreensão e o conhecimento da doença pelo próprio doente e suas famílias, e de potenciais fatores&nbsp;desencadeantes&nbsp;de crise como o stress, também são úteis na gestão da doença, pelo que a educação é a base do tratamento.&nbsp;</p>
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		<title>Aprovada regulamentação das baixas por doença até três dias através do SNS24</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/aprovada-regulamentacao-das-baixas-por-doenca-ate-tres-dias-atraves-do-sns24/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 07:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou, a 3 de maio, as medidas que regulamentam a Agenda do Trabalho Digno, entre as quais o acesso a baixas até três dias através do serviço digital do SNS24, mediante autodeclaração de doença, com limite de duas por ano. O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214314" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6489cb4e35e6273902967d50b104e32a.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6489cb4e35e6273902967d50b104e32a.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6489cb4e35e6273902967d50b104e32a-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/6489cb4e35e6273902967d50b104e32a-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>O Conselho de Ministros aprovou, a 3 de maio, as medidas que regulamentam a Agenda do Trabalho Digno, entre as quais o acesso a baixas até três dias através do serviço digital do SNS24, mediante autodeclaração de doença, com limite de duas por ano.</p>
<p><span id="more-500"></span></p>
<p>O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Dr.ª Ana Mendes Godinho, na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, que se realiza em Braga.</p>
<p>A medida vai libertar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) &#8220;para missões mais importantes&#8221;, afirma a ministra do Trabalho.</p>
<p>Segundo a lei laboral, &#8220;a prova da situação de doença do trabalhador é feita por declaração de estabelecimento hospitalar, ou centro de saúde, ou serviço digital do SNS, ou serviço digital dos Serviços Regionais de Saúde das Regiões Autónomas, ou ainda por atestado médico&#8221;, define a lei laboral.</p>
<p>A declaração &#8220;é feita mediante autodeclaração de doença, sob compromisso de honra, que apenas pode ser emitida quando a situação de doença do trabalhador não exceder os três dias consecutivos, até ao limite de duas vezes por ano&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Associação Portuguesa de Osteoporose lança novo alerta para a saúde óssea da mulher</title>
		<link>https://myreumatologia.pt/atualidade/associacao-portuguesa-de-osteoporose-lanca-novo-alerta-para-a-saude-ossea-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 07:09:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estima-se que até 2050 as fraturas por osteoporose aumentem 32 %[1], afetando maioritariamente as mulheres, que ao longo das várias fases da sua vida estão particularmente expostas ao risco de maior fragilidade óssea. Por isso, no âmbito do Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Osteoporose (APO), em parceria com o NorteShopping e com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214313" src="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/45245952fc8c5c5e099a3e444bf8f32a.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/45245952fc8c5c5e099a3e444bf8f32a.jpg 780w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/45245952fc8c5c5e099a3e444bf8f32a-300x154.jpg 300w, https://myreumatologia.pt/wp-content/uploads/2023/05/45245952fc8c5c5e099a3e444bf8f32a-768x394.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Estima-se que até 2050 as fraturas por osteoporose aumentem 32 %<a href="#_ftn1" id="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>, afetando maioritariamente as mulheres, que ao longo das várias fases da sua vida estão particularmente expostas ao risco de maior fragilidade óssea. Por isso, no âmbito do Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Osteoporose (APO), em parceria com o NorteShopping e com a Mimosa, promoveu a iniciativa “Ossos fortes, mães confiantes”, que decorreu entre 5 e 7 de maio, no NorteShopping.</p>
<p><span id="more-499"></span></p>
<p>De acordo com a <em>International Osteoporosis Foundation</em> (IOF), uma em cada três mulheres com mais de 50 anos vai sofrer uma fratura de fragilidade óssea ao longo da vida.</p>
<p>As fraturas são mais comuns em mulheres após a menopausa e o melhor tratamento continua a ser a prevenção. Importa garantir, ao longo da vida, a correta ingestão de alimentos ricos em cálcio, privilegiando aqueles cuja biodisponibilidade seja efetiva, como o leite. A prática regular de exercício físico é outra das decisões que estão à mão de todos e, por isso, a pedagogia é tão urgente e fundamental.<strong> &nbsp;</strong></p>
<p>É esta urgência de consciencializar e responsabilizar cada cidadão pela sua qualidade de vida atual e futura que move a APO. Através de uma grande equipa de voluntários e parceiros institucionais, a APO segue determinada a dar voz a esta necessidade de contrariar a baixa esperança de vida saudável, que em Portugal continua abaixo da média europeia.</p>
<p>“A prevenção é sempre a estratégia mais importante. Diria que começa pela informação e educação, que é no fundo o que aqui nos traz. É necessário educar nas famílias, na escola, nas empresas, em todas as estruturas sociais. É um imperativo cívico”, sublinha o Dr. Pedro Cantista, presidente da APO, a propósito da iniciativa e da sua importância para o futuro.</p>
<p>Para o Dr. José Pedro Silva, gestor de marca da Mimosa, &#8220;o leite é considerado a melhor fonte alimentar de cálcio, mineral essencial para a saúde óssea, e esse foi o pressuposto para uma parceria de décadas entre a Mimosa e a APO, que se estende a diversas iniciativas de sensibilização ao longo do ano. A alimentação tem um papel preponderante na prevenção, e o leite, enquanto facilitador da ingestão de cálcio em todas as idades e fases da vida, dá propósito ao programa de aconselhamento nutricional que promovemos conjuntamente com a APO&#8221;, refere.</p>
<p>“Somos um espaço que recebe milhares de pessoas diariamente e faz-nos todo o sentido ter um papel ativo de consciencialização para a importância da prevenção de uma doença que impacta a qualidade de vida de tantas pessoas, como a osteoporose. É um prazer para o NorteShopping assinalar uma data tão importante, como o Dia da Mãe, com uma ação que vem alertar a população para a consciencialização da importância de cuidar da nossa saúde”, afirma o Dr.&nbsp; Paulo Valentim, diretor do NorteShopping.</p>
<p>Prevenir esta doença e as limitações físicas que dela resultam permite que a mulher se sinta mais segura e confiante na sua capacidade de enfrentar os desafios diários, contribuindo para uma vida mais plena e feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1"><sup>[1]</sup></a> Fundação Internacional da Osteoporose –&nbsp;<a href="https://www.iofbonehealth.org/epidemiology"></a><a href="https://www.iofbonehealth.org/epidemiology">https://www.iofbonehealth.org/epidemiology</a></p>
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